Dra. Cristina Carneiro

Candidíase vaginal: o que é, quais são os sintomas e como tratar?

A candidíase vaginal é uma doença que afetou, afeta ou afetará 3 em cada 4 mulheres do planeta. Os dados alarmantes sobre a infecção – provocada por fungos do gênero Candida – contribuem para que a vulvovaginite por cândida ou candidíase vaginal seja uma das 5 principais doenças ginecológicas da atualidade.

A Candida, mais comumente da espécie Candida albicans, é um microrganismo oportunista, ou seja, existe naturalmente no organismo humano de forma assintomática.

Em situações de fragilidade do sistema imunológico, porém, o fungo pode se proliferar causando a inflamação da vulva e da vagina. Coceira, ardência ao urinar ou dor durante o ato sexual são alguns sintomas comuns da candidíase.

Mas, sendo esses indícios possíveis sinais de diversas outras patologias, o diagnóstico da doença nem sempre é simples.

Causas e sintomas da candidíase vaginal

Normalmente presentes na flora intestinal, os fungos do gênero Candida, em uma situação regular, estão em equilíbrio e não afetam a saúde da mulher. Nosso organismo já oferece proteções naturais contra a espécie, regulando sua presença no corpo.

Algumas situações, porém, criam brechas para a proliferação da Candida na região vaginal, causando a candidíase. Na maior parte dos casos a infecção ocorre quando a flora bacteriana, o pH ou o sistema imunológico da paciente – os principais mecanismos de defesa – estão irregulares.

Como identificar a candidíase vaginal

O diagnóstico preciso da infecção só pode ser realizado por meio de exame médico. Contudo, alguns sintomas mais específicos podem levantar à suspeita de candidíase, sendo razões suficientes para procurar um ginecologista. Entre eles, podemos destacar:

  • Corrimento: geralmente é esbranquiçado e apresenta aspecto leitoso, porém espesso (como coalhada).
  • Vermelhidão: além de vermelhidão, a vagina pode ainda apresentar inchaço.
  • Coceira Intensa: principal sintoma da candidíase. A coceira intensa na região da vulva pode provocar até mesmo a descamação da pele ao redor da vagina.
  • Ardência: a infecção pode provocar ardência ao urinar ou dor durante o ato sexual.

Não raramente outras doenças e infecções são confundidas com a candidíase vaginal, por seus sintomas serem, como já foi dito, comuns a outras patologias. De qualquer forma, deve-se procurar ajuda médica para a definição do quadro.

Tratamento

Confirmando-se o diagnóstico da candidíase, existem duas possibilidades mais comuns de tratamento: o tópico e o por via oral.

O tratamento tópico é aquele baseado em cremes e pomadas específicos, de aplicação vaginal. Tais pomadas são bastante comuns e pode-se recomendar a aplicação por até 15 dias.

O tratamento oral é mais indicado em casos recorrentes ou de difícil controle. É um tratamento mais breve, alguns medicamentos só precisam de uma dosagem, mas um pouco mais agressivo ao organismo.

É importante ressaltar que a automedicação nunca deve ser realizada, especialmente em caso de uma doença como a candidíase, que apresenta sintomas tão genéricos.

Candidíase vaginal recorrente

Em algumas situações, a recorrência da candidíase pode estar diretamente relacionada a uma causa específica de deficiência do sistema imunológico. Nesse caso, exigem especial atenção médica:

  • Uso prolongado antibióticos e corticoides.
  • Gravidez.
  • Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (HIV).
  • Diabetes.

A infecção também pode se associar a outras DSTs, tornando o quadro mais grave. Mas, em geral, apesar de gerar incômodos, a candidíase vaginal apresenta um tratamento relativamente simples, podendo ainda ter sua evolução evitada com cuidados diários.

A candidíase vaginal é uma das infecções ginecológicas mais comuns entre mulheres de todo o mundo e deve ser combatida.

Você já foi vítima de alguma infecção assim? Como descobriu? Quais foram os sintomas e como se deu o tratamento?

Compartilhe sua experiência nos comentários deste post e ajude outras mulheres a enfrentar a situação!

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Endometriose: entenda o que é, quais os sintomas e como tratar

endometriose é uma doença que, hoje, atinge em torno de 6 milhões de brasileiras; porém a falta de informação faz com que muitas mulheres tenham um diagnóstico tardio e, consequentemente, seu quadro clínico se agrava.

Em 2015, a Associação Brasileira de Endometriose e Ginecologia Minimamente Invasiva (SBE) realizou uma pesquisa com 5 mil mulheres brasileiras, acima dos 18 anos, e afirmou que 55% dessas mulheres, não sabiam o que era endometriose.

Neste artigo, vamos mostrar a você o que é a endometriose, quais são os seus sintomas e como você pode tratá-la, assim você vai conseguir entender um pouco mais sobre essa doença. Acompanhe!

O que é endometriose?

Quando o tecido que reveste o endométrio — parte interna do útero — se desenvolve em outros órgãos da pelve, como trompas, ovários, intestino e bexiga, temos o que chamamos de endometriose.

Para que o óvulo possa ser fecundado, o endométrio torna-se mais espesso, para que o óvulo possa se fixar nele. Quando não ocorre a gravidez, o endométrio se desfaz e é expelido por meio da menstruação.

A endometriose pode surgir devido às seguintes causas:

  • Menstruação retrógrada: quando o sangue volta pelas tubas uterinas e acaba sendo direcionado para os órgãos próximos, como ovários, intestino etc.
  • Alguma deficiência no sistema imunológico.
  • Alguma cirurgia, como a cesária ou histerectomia.
  • Transporte de células do endométrio, por meio do sistema linfático, para outras partes do corpo — o que é mais raro.

Essa doença pode ser diagnosticada desde a primeira menstruação, porém, na maior parte dos casos, ela é identificada na faixa dos 30 anos.

Quais são os sintomas?

A dor pélvica é o primeiro sintoma da endometriose, pois está quase sempre relacionada ao período menstrual. No entanto, mulheres com endometriose costumam dizer que a dor pélvica, durante o período de menstruação, é muito pior do que o normal e vai aumentando conforme o tempo.

Porém, existem outros — relacionados abaixo —, aos quais você precisa estar atenta para evitar diagnósticos tardios:

  • Dores ao evacuar ou urinar, principalmente no período menstrual.
  • Cansaço.
  • Diarreia.
  • Sangramento excessivo ou irregular.
  • Alteração intestinal, durante o período menstrual.

Como tratá-la?

Somente um ginecologista pode dizer como esse tratamento deve ser feito.

Alguns fatores são observados para o médico decidir qual é o procedimento ideal para a paciente, tais como: idade, gravidade da doença ou sintomas e também o fato de a mulher desejar ou não ter filhos. Dentre as opções estão:

  • Cirurgias: pode-se realizar uma cirurgia por meio da qual são removidos todos os focos da doença, drenando o cisto endométrico e depois retirando a capa que o reveste, ou então, opta-se pela retirada do útero, trompas e ovários.
  • Anticoncepcionais: esse tratamento pode bloquear a degeneração da doença. O uso das pílulas anticoncepcionais com progesterona e estrogênio deve ser contínuo, sem intervalos para a menstruação. Além das pílulas, podem ser usados métodos anticoncepcionais injetáveis e até mesmo o DIU. Esse procedimento diminui a maior parte dos sintomas, mas não elimina os focos da doença.
  • Medicamentos: existem alguns medicamentos indicados para tratar a endometriose, porém, eles podem trazer alguns efeitos colaterais similares aos da menopausa, como secura vaginal, “calorões”, alteração no humor etc. Os tratamentos duram de 6 a 12 meses, mas somente um médico pode te orientar sobre qual é o melhor tipo de intervenção.

É importante deixar claro que a retirada de útero, trompas e ovários só será necessária em último caso e, em mulheres com prole constituída.

A endometriose é uma doença comum e pode acometer várias gerações de uma mesma família, por isso é importante que você visite o seu ginecologista regularmente e que mantenha todos os seus exames em dia. Lembre-se: prevenir sempre será melhor do que remediar.

Gostou do nosso artigo? Então compartilhe este texto nas suas redes sociais e deixe suas amigas informadas sobre a endometriose.

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Tabelinha: 6 mitos e verdades sobre o período fértil da mulher

Muitas mulheres sonham em ser mães. É nesse momento que o período fértil ganha importância e a tabelinha passa a fazer parte das suas vidas. Mas, será que a tabelinha é mesmo eficaz?

Para responder a essas e outras perguntas sobre o período fértil da mulher, reunimos alguns mitos e verdades sobre o assunto, a fim de tirar suas dúvidas. Se você está se planejando para aumentar a família, esse post é o que você estava procurando!

Período fértil e a tabelinha

O período fértil é quando a mulher apresenta mais chances de engravidar. Geralmente, ele acontece dois ou três dias antes e depois da ovulação. Mas, cuidado, pois isso pode variar de acordo com a regularidade do ciclo menstrual de cada mulher. Quanto mais regular, mais fácil fazer o cálculo certo.

Atenção: a tabelinha, por exemplo, funciona melhor com mulheres com ciclo regular. Por isso, é preciso ter muita atenção e não confiar apenas nela, principalmente quando usada como método contraceptivo.

Como calcular o período fértil

Para fazer o cálculo e não correr risco de errar, siga as seguintes orientações:

Anote o primeiro dia da menstruação. Depois, conte 14 dias. Essa será a data da sua ovulação. O período fértil compreende três dias antes e três dias depois da ovulação. Simples, não é mesmo?

Agora falaremos sobre o que é verdade e o que não é quando se trata de período fértil. Fique de olho, pois você pode descobrir, nas próximas linhas, que alguma informação que acreditava ser correta, não passa de um mito.

1. A mulher só pode engravida no período fértil

Verdade. A mulher só engravida em um período curto de cada mês. É nessa época que cada óvulo liberado pelo ovário fica viável para a fecundação — mas, não por muito tempo. É de 24 horas a duração máxima para que ele se degenere.

2. A ovulação acontece no 14º dia

Mito. O ciclo de cada mulher é diferente, pois pode variar de acordo com muitos fatores. Considerar que a ovulação ocorre no 14º dia vai contra essa realidade. É verdade que pode ser comum um ciclo de 28 dias com ovulação no dia 14, mas isso não significa uma regra. Portanto, não deve ser levada ao pé da letra.

3. Se uma mulher tiver relações sexuais no período fértil, ela vai engravidar

Mito. Ter relações durantes este período não é garantia de engravidar. Isso porque é de 30% a probabilidade de gravidez. Alguns casais demoram até um ano para conseguir engravidar, mesmo tendo relações durante o período favorável.

4. Quem toma anticoncepcional há muito tempo demora a engravidar

Mito. O uso da medicação não altera o período de fertilidade. Existem casos de mulheres que engravidam tão logo interrompem o uso do anticoncepcional; outras, demoram de 6 meses a 1 ano. O mais certo é dizer que a fertilidade volta ao normal no mês seguinte ao término do uso da pílula.

5. A mulher tem a capacidade reprodutiva reduzida com o tempo

Verdade. A capacidade reprodutiva começa a diminuir após os 30 anos. Segundo pesquisas, até os 35 anos a mulher perde de 15 a 20% da sua capacidade reprodutiva. Entre os 35 e 39 anos, a redução já é maior — em torno de 25 a 50%. E, por fim, de 40 a 45 anos, a redução é de 50 a 95%. Como se percebe, ela diminui gradativamente.

6. A gravidez depois dos 35 é mais delicada

Verdade. Após essa idade, o corpo da mulher começa a se desgastar mais. Há maior risco de hipertensão, diabetes gestacional, pré-eclâmpsia, eclâmpsia e problemas cromossômicos, como a Síndrome de Down.

Por ser uma gravidez delicada, exige mais atenção. Mas com acompanhamento de um bom ginecologia e todos os cuidados necessários, é possível ter uma gestação normal, sem os problemas citados (principalmente se essa não for a primeira gestação da mulher).

Gostou de saber mais sobre a tabelinha? Então baixe agora mesmo nosso e-book: Tudo sobre a fertilidade depois dos 30 anos e continue se informando sobre o assunto.

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Obstetrícia: como tratar a pressão alta na gravidez?

Durante a gravidez, o corpo da mulher passa por inúmeras mudanças. Por isso, trabalha em um ritmo diferente e pode manifestar algumas complicações, entre elas a hipertensão.

Algumas mulheres estão no grupo de risco para desenvolverem pressão alta na gravidez, mas o problema pode ser prevenido em alguns casos. Para outros de maior gravidade, é essencial o acompanhamento do obstetra. Entenda o motivo!

O que causa pressão alta na gravidez?

Entre os problemas desenvolvidos por mulheres na gravidez, um dos mais comuns é a pressão alta. Ela se caracteriza pela elevação da pressão arterial acima de 140/90 mmHg, ou seja, 14/9.

A pressão alta pode ser causada por uma alimentação desequilibrada, pode ser reflexo do quadro clínico que a mulher já apresentava ou ser o resultado de má formação da placenta.

Algumas mulheres estão mais propensas a desenvolverem o problema, representando um grupo de risco. Estão nesse grupo aquelas que vivem a primeira gravidez, que estão obesas, as diabéticas e mulheres com menos de 18 anos ou mais de 35 anos.

Embora as variações na pressão arterial sejam naturais durante a gravidez, é preciso cumprir o pré-natal para acompanhar se essas variações estão ocorrendo normalmente.

Isso porque, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), os casos graves de pressão alta na gravidez representam 14% dos óbitos maternos e perinatal. Um número expressivo que pode ser controlado com o devido acompanhamento das mulheres no período gestacional.

Quais são os riscos que esse problema causa?

Quando a pressão arterial na gravidez se apresenta como um caso mais leve, não representa grande risco para a mãe e o bebê. Necessita apenas de um controle sobre os hábitos da gestante e acompanhamento do obstetra para observação da evolução da gestação.

No entanto, quando ela se manifesta como um caso grave, representa riscos severos, que podem causar problemas como a pré-eclâmpsia, por exemplo. Este pode evoluir para a eclâmpsia, quando ocorrem convulsões e também, como citado, levar ao óbito.

Como tratar a pressão alta na gravidez?

O cumprimento do pré-natal é fundamental para que se acompanhe a evolução da gravidez, a saúde do bebê e também da mulher. O obstetra é o profissional indicado para fazer esse acompanhamento. É ele quem solicita exames e avalia o quadro clinico da mulher em cada consulta.

Ele pode identificar as variações anormais da pressão da gestante, diagnosticando o problema de pressão alta na gravidez. Com isso, também identificará a causa do problema e indicará o tratamento mais adequado.

Quando a pressão alta é ocasionada em razão de maus hábitos na gestação, o obstetra aconselhará a mulher sobre mudanças na alimentação. Também a ingestão de muita água, entre outras medidas que forem necessárias, como atividades físicas, por exemplo.

Nos casos mais graves do problema, pode ser receitado um medicamento para controlar a pressão arterial e, em casos de riscos severos, a mulher pode ficar internada sob observação.

Como fazer a prevenção?

A melhor forma de prevenção para a pressão alta é realizar o pré-natal com o obstetra, não faltar às consultas, realizar todos os exames e cumprir cada aconselhamento do profissional.

Manter uma alimentação equilibrada, ingerir muita água, evitar álcool e tabaco e controlar o ganho de peso na gravidez são medidas que a mulher pode tomar como forma de prevenção também.

Porém, tudo isso sempre pedindo o conselho do obstetra, pois ele é a pessoa que pode indicar o melhor para cada caso.

Ao mesmo tempo, esteja atenta caso perceba sintomas como:

  • Dor de cabeça frequente;
  • Dores na nuca;
  • Dores fortes na barriga;
  • Sensibilidade à luz;
  • Visão embaçada;
  • Inchaço nas pernas ou nos braços.

Sempre que notar alterações em seu corpo, não espere o dia da próxima consulta, procure o seu obstetra. A pressão alta na gravidez pode ser controlada, mas é essencial que a mulher se cuide e confie no médico para ter uma gravidez saudável.

Você já viveu esse problema ou conhece alguém que passou por ele? Conte nos comentários!

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Saúde da mulher: como se prevenir de doenças

A saúde da mulher envolve várias questões do universo feminino que vão além do processo de gestação e nascimento e, para se prevenir e viver com qualidade, a mulher precisa estar atenta às principais doenças relacionadas ao sexo feminino.

É importante lembrar que grande parte desse processo depende da própria mulher, de seus hábitos de vida e de saúde, mas ela tem também um aliado indispensável: o ginecologista, médico que deve acompanhá-la desde a adolescência e com o qual ela deve se consultar, no mínimo, uma vez por ano.

Confira, a seguir, algumas das principais doenças femininas e as formas de prevenção delas!

Câncer de mama

O câncer de mama é a doença que mais atinge as mulheres no mundo todo. Como prevenção geral para todos os tipos de câncer, é importante ter uma alimentação saudável, praticar exercícios físicos, evitar álcool e cigarro e controlar o peso.

As formas de prevenção específicas para o câncer de mama incluem:

  • exame clínico da mama – deve ser feito anualmente, com um especialista, por mulheres acima dos 20 anos;
  • mamografia – deve ser realizada anualmente a partir dos 40 anos;
  • amamentação – por longos períodos é um fator protetor contra o câncer de mama.

Lembre-se de que os exames preventivos são necessários mesmo que você não note nenhum sintoma.

Câncer de colo de útero

Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), surgem anualmente cerca de 15 mil novos casos de câncer de colo do útero. O tumor está relacionado à infecção pelo vírus HPV em mais de 90% dos casos. Assim, as principais formas de prevenção são:

  • uso do preservativo (feminino ou masculino) durante a relação sexual, o que diminui consideravelmente o risco de contaminação pelo vírus;
  • realização do exame preventivo ginecológico (Papanicolau), por mulheres a partir dos 21 anos ou após 3 anos do início da atividade sexual, para detecção de lesões cancerosas ou pré-cancerosas.

O ginecologista informará a periodicidade da realização do exame.

Candidíase

A candidíase é uma condição relacionada à proliferação do fungo Candida Albicans na região da vagina e da vulva, causando coceira local, corrimento e dores durante a relação sexual.

Esse fungo já existe na área, mas pode ter um aumento descontrolado quando há um desequilíbrio. Para evitar a doença, seguem algumas dicas:

  • esteja atenta aos fatores que podem causar a candidíase, como o uso de antibióticos, anticoncepcionais e corticoides;
  • evite ficar com o biquíni molhado por muito tempo, pois a umidade local aumenta a chance de proliferação;
  • caso a doença seja constatada, faça o tratamento corretamente e oriente o parceiro a fazer também.

Miomas uterinos

Os miomas são formações fibrosas que podem surgir na parede muscular uterina, principalmente após os 40 anos.

Podem ser assintomáticos ou levar a sangramentos em grande quantidade. Como suas causas ainda não são totalmente conhecidas, não há formas de prevenção comprovadas.

O melhor cuidado que a mulher pode ter é realizar periodicamente exames de ultrassonografia, para detectar precocemente o surgimento de miomas e, caso necessário, fazer a intervenção com o ginecologista.

Pré-eclâmpsia

A pré-eclâmpsia é uma condição que pode surgir após a 20ª semana de gravidez, caracterizada pelo aumento anormal da pressão arterial e pela presença de proteína na urina.

Se não há uma intervenção precoce, pode levar à eclâmpsia, situação na qual a gestante apresenta convulsões, podendo acarretar consequências também ao bebê.

O acompanhamento pré-natal é a melhor forma de identificar fatores de risco para o surgimento da pré-eclâmpsia e sintomas ainda no início, quando o controle é mais fácil.

A saúde da mulher é uma área de conhecimento específico no universo da saúde e requer ações e acompanhamento realizados por especialistas.

Esteja sempre atenta ao seu corpo e aos sinais de que algo pode estar errado e, mesmo quando não houver nenhum sintoma, lembre-se de que a consulta de rotina e a prevenção são os melhores caminhos.

Gostou do nosso post? Gostaria de saber mais sobre alguma doença relacionada à saúde da mulher? Deixe uma sugestão nos comentários para os próximos posts do blog!

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Anticoncepcional injetável: esqueci de tomar, e agora?

Descobrir um resultado positivo no teste de gravidez é o sonho de muitas mulheres. O momento é sempre cercado por alegria, emoção, amor, gratidão e esperança de uma nova vida.

Mas para quem ainda não alcançou a estabilidade financeira, conheceu o par ideal ou simplesmente não deseja ser mãe, existem diversos métodos para prevenir uma gravidez indesejada, como o anticoncepcional injetável que é o foco do post de hoje.

Diferente das pílulas tradicionais, esse tipo de anticoncepcional é injetado por via intramuscular e pode ser aplicado a cada 30 ou 90 dias — a opção perfeita para as mais esquecidinhas, não é?

Separamos as principais informações sobre esse medicamento; continue a leitura e confira!

Anticoncepcional injetável: tudo o que você precisa saber

Antes de iniciar nossa explicação, vale ressaltar que apenas um profissional é capaz de determinar o método contraceptivo ideal para cada organismo.

Portanto, nada de iniciar o tratamento por conta própria! Com saúde não se brinca: faça o acompanhamento com um médico ginecologista de sua confiança.

Após a consulta e com a prescrição médica em mãos, é necessário conhecer mais sobre o medicamento indicado, concorda? Se você ainda tem alguma dúvida sobre essas injeções contraceptivas, este é o momento para esclarecê-las.

Como funciona esse método?

Engana-se quem pensa que ele é inferior aos outros métodos. Com índice de falha reduzido, esse anticoncepcional aplicado na região dos glúteos é um dos preferidos entre as mulheres com vida sexual ativa, pois:

  1. Suspende a ovulação.
  2. Reduz a espessura endometrial.
  3. Diminui o fluxo menstrual.
  4. Torna o muco cervical mais espesso.

Mas, em contrapartida, algumas reações podem aparecer, como acne, dor de cabeça, vertigens e aumento de peso. O importante é procurar um médico assim que os sintomas aparecerem.

Como fazer uso do anticoncepcional injetável pela primeira vez?

O segredo para o bom funcionamento das injeções contraceptivas é tomar a primeira dose logo no primeiro dia da menstruação.

Após a primeira aplicação, deve-se repetir o processo mensalmente ou trimestralmente — a frequência varia de acordo com a indicação médica e com o organismo feminino.

Qual é a diferença entre as doses mensais e trimestrais?

A diferença está no fato de as doses mensais serem compostas por estrogênio e progesterona, enquanto as trimestrais, possuem apenas progesterona em sua fórmula.

Para quem esse medicamento é indicado?

É comum que, com a rotina corrida, muitas mulheres se esqueçam de tomar a pílula no horário correto, o que compromete a eficácia do método.

E há ainda aquelas que não podem ou não querem fazer o uso de medicamentos que possuem hormônios à base de estrogênio; para os dois casos os anticoncepcionais injetáveis são os mais indicados, pois a dose trimestral é composta somente por progesterona.

E se esquecer de tomar? O que fazer?

Em caso de esquecimento, o fundamental para evitar uma gravidez na hora errada é ir até a farmácia mais próxima e realizar a aplicação assim que notar a falha. Mas, para não esquecer:

  • Procure por aplicativos que avisem os dias e horários de tomar o medicamento.
  • Faça anotações sobre a data da próxima aplicação em locais de fácil visualização.
  • Peça para uma pessoa de confiança te lembrar.

Uma dica é usar métodos de barreira, como as camisinhas masculinas ou femininas, durantes os dez primeiros dias após a aplicação da dose esquecida.

O anticoncepcional injetável pode ser a melhor opção para as mulheres que ainda não estão preparadas para constituir uma família, basta seguir as recomendações.

Que tal compartilhar este post nas redes sociais e fornecer conteúdo de qualidade sobre a saúde feminina?

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Câncer de mama: pequenos cuidados que toda mulher precisa ter

O câncer de mama é um dos tipos mais comuns e o que mais causa morte de mulheres em todo o mundo. Entretanto, quando a doença é diagnosticada de forma precoce, as chances de cura podem ser elevadíssimas, próximas a 95% dos casos.

Por isso, é fundamental conhecer os principais sintomas, os fatores de risco, como se prevenir dessa doença e fazer acompanhamento periódico junto ao seu médico.

Quer saber mais? Ótimo! No post de hoje, explicaremos um pouco mais sobre essa doença. Acompanhe conosco e tire suas dúvidas!

O câncer de mama

Os cânceres são caracterizados pelo crescimento acelerado e descontrolado das células, que começam a se multiplicar com anormalidade e se tornam agressivas ao nosso próprio corpo. Nesse processo, elas invadem tecidos e órgãos saudáveis e podem produzir tumores malignos.

No caso do câncer de mama, isso ocorre nas glândulas existentes na região dos lóbulos e ductos mamários. É importante saber, também, que existem tumores benignos, caracterizados pelo crescimento anormal, mas que não representam uma ameaça como os malignos. A confirmação da natureza do tumor deve ser feita por um médico e por meio de exames.

O diagnóstico precoce desse tipo de câncer é um fator que ajuda muito no tratamento, elevando as chances de cura para cerca de 95% dos casos. Por isso, é fundamental ficar atenta aos sintomas, fatores de risco, às formas de prevenção e realizar exames periódicos para detectar a doença em estágios iniciais.

Os fatores de risco

Não há uma causa única que determine o aparecimento de um câncer qualquer, mas existem fatores de risco que podem elevar as chances de a doença se manifestar. Esses fatores, no caso do câncer de mama, podem ser classificados em duas categorias: os modificáveis e os não modificáveis.

Fatores de risco não modificáveis

São aqueles que não se pode controlar, como uma predisposição genética e histórico da doença na família; a idade, pois o risco aumenta à medida que se envelhece; e o gênero, uma vez que o câncer de mama é muito mais frequente em mulheres do que em homens.

Fatores de risco modificáveis

São aqueles que podem ser alterados a partir da adoção de hábitos de vida saudáveis, como a prática regular de exercícios físicos, redução da ingestão de bebidas alcoólicas, controle do peso e bons hábitos alimentares.

É importante lembrar-se de que esses cuidados não substituem o acompanhamento periódico da sua saúde.

Os principais sintomas

Os sintomas do câncer de mama são vários e, por isso, é importante que a mulher conheça bem suas mamas e saiba identificar possíveis alterações. O mais comum deles é o surgimento de um caroço nas mamas, único, duro e irregular, mas nódulos com outras características também devem ser investigados.

Entre outros sintomas, podem ser citados os seguintes:

  • Edema da pele em alguma parte do seio;
  • Dores ou inversão do mamilo;
  • Secreção escura ou com sangue na região dos mamilos;
  • Vermelhidão ou descamação na pele do seio ou mamilos;
  • Sensação de nódulo próximo às axilas.

Vale lembrar que todas as alterações percebidas devem ser relatadas ao médico em suas consultas, e nem sempre tais sintomas significam a existência da doença.

Como se prevenir do câncer de mama

Como visto, são muitos os fatores que podem levar ao câncer de mama e, por isso, a melhor forma de se prevenir é endereçar os fatores de risco modificáveis.

As dicas gerais de prevenção são:

  • Adote hábitos de vida saudáveis, como a boa alimentação, prática de exercícios físicos e redução ou eliminação do consumo de bebidas alcoólicas e cigarros;
  • Aprenda a fazer o autoexame e verifique mensalmente se existem alterações notáveis;
  • Faça visitas regulares a um médico especialista e siga as orientações do profissional;
  • Conheça os principais sintomas e causas da doença.

Há casos em que o autoexame é incapaz de detectar nódulos, ou só se consegue identificá-los em estágios mais avançados. Por isso, recomenda-se que após os 40 anos a mamografia seja feita anualmente.

Lembre-se de que quanto antes o câncer de mama é diagnosticado, maiores são as chances de cura da doença.

Gostou das dicas de hoje? Então, compartilhe este artigo em suas redes sociais e ajude suas amigas a entenderem um pouco mais sobre essa doença!

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Ginecologista: tudo que você precisa saber sobre esse profissional

Já dizia o velho ditado popular: “melhor prevenir do que remediar”. A prevenção é o melhor caminho para qualquer pessoa que deseja manter a saúde em dia. Portanto, o acompanhamento de um ginecologista deve fazer parte da rotina de toda mulher.

Muitas doenças não apresentam sintomas fáceis de identificar e somente uma avaliação profissional é capaz de descobrir a causa e, assim, aumentar as chances de desenvolver tratamentos e encontrar a cura.

Se você sonha em constituir uma família com a pessoa amada, precisa conhecer mais sobre o médico ginecologista! No post de hoje explicaremos tudo sobre a formação acadêmica desse profissional. Fique atenta e certifique-se das competências de seu médico!

Escolha um ginecologista confiável

Essa especialização médica é considerada a mais importante para as mulheres sexualmente ativas e com um papel essencial na vida feminina. O acompanhamento ginecológico deve ser iniciado assim que ocorrer a primeira menstruação. Quanto mais cedo a adolescente for ao ginecologista, mais cedo as consultas passarão a fazer parte de sua rotina!

Conheça suas funções

A ginecologia é um dos ramos da Medicina e a função básica de seu médico é cuidar dos sintomas e doenças do sistema reprodutor feminino para, em seguida, obter diagnósticos e tratamentos para todas as etapas de vida de uma mulher.

Cabe ao profissional capacitado realizar exames para identificar as principais patologias femininas, gravidez, problemas hormonais, técnicas de reprodução, exames periódicos, nódulos, infecções, incontinência urinária, câncer de mama, ausência de libido, problemas sexuais, dentre muitos outros.

Além de acompanhar o universo reprodutor da mulher e acompanhar sua gestação, alguns ginecologistas também atuam como clínicos gerais de suas pacientes, diagnosticando e realizando os exames necessários para garantir sua saúde.

Entenda a formação de um ginecologista

Para ser um médico ginecologista é indispensável a conclusão no curso superior de Medicina em alguma faculdade ou instituição que seja devidamente reconhecida pelo Ministério da Educação.

Assim que o curso for finalizado, o recém-formado deverá iniciar sua especialização prática em ginecologia ou especialização em ginecologia por meio de curso, ambas com duração média de 3 anos.

Para escolher a área de atuação, é importante que o profissional seja um bom aluno e esteja atento a todas as aulas, para que nenhuma dúvida fique sem ser esclarecida e ele decida seu ramo conforme seus gostos pessoais e habilidades.

E não acabou por aí! Ainda existem as subespecializações da Ginecologia:

Mamografia computadorizada

Responsável por operar equipamentos e realizar exames avançados de mamografia, todos os recursos voltados para os diversos tipos de câncer de mama.

Densitometria óssea

Realiza o diagnóstico e a medição exata da massa óssea dos fetos, com o objetivo de identificar doenças e pré-imaturidade.

Reprodução humana

Ajudam as mulheres que apresentam dificuldade em engravidar por meio da fertilização in vitro, tratamentos hormonais e exames de fertilidade.

Medicina fetal

Como o próprio nome já diz, aqui o médico é treinado para identificar e tratar as principais doenças que acometem os fetos, utilizando procedimentos invasivos ou não invasivos.

Vale ressaltar que são realizados acompanhamentos diferentes, um para cada mulher e idade. Afinal, com saúde não se brinca!

Para ser um bom ginecologista é preciso estar sempre atualizado, participar de congressos, palestras, cursos e seminários científicos. Ficou com alguma dúvida? Deixe o seu comentário!

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6 fatos sobre a pílula anticoncepcional que você não sabia

Inicialmente criada com o objetivo de controlar a natalidade, a pílula anticoncepcional combinada, popularmente conhecida somente como pílula anticoncepcional, contraceptivo oral ou pílula, é composta por uma combinação de hormônios sintéticos (estradiol e progesterona), que são capazes de inibir a fertilidade feminina, evitando, assim, que ocorra a fecundação.

A utilização das pílulas anticoncepcionais se tornou muito comum a partir da década de 60, por se tratar de um método eficiente e barato de se evitar a gravidez indesejada. Se usada corretamente — conforme a orientação de um médico ou farmacêutico — a sua eficácia é de quase 100%.

Mas o que muitas pessoas não sabem é que existem muitos outros fatores associados à utilização de contraceptivos orais. Confira alguns deles na lista abaixo!

1. Utilizada no tratamento de prevenção de doenças

Mesmo que a criação tenha tido como objetivo o controle da natalidade, as taxas controladas de hormônios presentes na pílula são capazes de estabilizar e amenizar outras condições comuns no organismo da mulher, principalmente durante a puberdade, como problemas no ciclo menstrual e acne, além de ajudar no tratamento da síndrome do ovário policístico e da endometriose.

Também, estão associadas à prevenção da doença inflamatória pélvica e de alguns tipos de câncer, como o câncer de mamas, ovário e endométrio.

Mas atenção: a pílula anticoncepcional NÃO previne contra as Doenças Sexualmente Transmissíveis! Use sempre camisinha!

2. Apresenta efeitos colaterais

Apesar da popular utilização dos contraceptivos orais, não só para evitar a gravidez, como para amenizar outras condições típicas no corpo das mulheres, nem tudo são flores: o uso da pílula também pode trazer riscos para a saúde.

As pílulas anticoncepcionais têm sido largamente relacionadas a uma série de problemas cardiovasculares, como trombose, infartos e acidentes vasculares cerebrais (AVCs), devido ao potencial desses hormônios de causarem a agregação plaquetária.

Por isso, mulheres que apresentam alguma predisposição a problemas de circulação devem sempre procurar a orientação médica antes de iniciar o uso da pílula.

3. Pode influenciar na sua decisão sobre possíveis parceiros

Sim, é isso mesmo que você leu! Normalmente, as mulheres são atraídas por parceiros que possuem características diferentes das suas, ou seja, genes diferentes, a fim de criar uma maior variabilidade genética e gerar bebês mais “fortes”.

No entanto, como a pílula eleva os níveis hormonais e simula uma gravidez (o corpo “acha” que ela já está grávida, por isso, ela não é capaz de engravidar novamente), ela passa a se atrair por pessoas similares a ela, pessoas que supostamente protegerão o seu bebê.

Porém, antes de começar o protesto, lembre-se de que isso é apenas um estudo, e não um fato comprobatório!

4. Afeta o meio ambiente

Toda essa quantidade de hormônios ingerida por milhares de mulheres eventualmente é eliminada por elas e, muitas vezes, não são tratadas pelas estações de tratamento de esgoto normais, indo parar nas águas dos rios.

Esses hormônios, quando presentes nas águas, acabam por influenciar na determinação do sexo de peixes, répteis, entre outros, gerando um impacto muito grande nas populações desses animais e também no ambiente em que eles vivem.

5. Já foi feita a partir de….inhame?!

Sim, a produção em massa da pílula só foi possível a partir de um tipo de inhame verde mexicano, conhecido como “cabeza de negro”, que fornecia uma grande quantidade de progesterona e tornou a produção mais fácil e barata, em 1943.

6. A pílula anticoncepcional para homens já está sendo feita

Sim, a versão masculina da pílula já estava a caminho! O processo seria um pouco mais complicado e demorado, pois a pílula precisaria bloquear os milhares de espermatozoides produzidos a cada dia. Mas os testes em camundongos foram promissores.

Entretanto, os estudos foram adiados, devido às reações adversas — que a maioria das mulheres já conhecem bem.

Como pudemos ver nos fatos listados acima, existem vários riscos e benefícios ligados ao uso da pílula anticoncepcional. Há, no mercado atual, vários tipos diferentes de pílulas, diferentes métodos para se prevenir a gravidez e para tratar as doenças que citamos. Cabe a cada mulher buscar uma orientação e tomar a decisão adequada para o seu caso, avaliando os prós e contras.

E você, faz o uso de alguma pílula anticoncepcional? Conhece alguma outra curiosidade? Deixe seu comentário!

Posted by Dra. Cristina Carneiro in Blog

4 dicas para ter uma vida sexual no casamento saudável

Após o casamento, é frequente que o crescente número de obrigações acabe influenciando de forma negativa na vida sexual do casal. Trabalho, filhos e contas a pagar figuram entre os principais promotores de estresse na vida pós-matrimonial. Entretanto, a negligência para com a manutenção da sexualidade dos parceiros pode acabar causando um progressivo afastamento, assim como o sentimento de frustração e insatisfação com o relacionamento.

Embora essa seja uma tendência para muitas pessoas, é possível, sim, manter uma vida sexual no casamento de forma saudável. Pensando nisso, separamos algumas dicas para te ajudar a apimentar sua vida conjugal. Confira!

1. Mantenha um diálogo constante

A conversa entre os parceiros é fundamental para que a rotina sexual seja sempre agradável para os dois. A partir do diálogo, é possível que o casal tenha o conhecimento de qualquer dor ou desconforto do parceiro. Assim, esse feedback ajuda a manter e melhorar o sexo para ambos.

Há ainda o fato de que o ato sexual permanece como um tabu para a sociedade, e falar sobre o assunto ajuda os parceiros a criar intimidade e liberdade para se abrir sobre todos os aspectos da prática.

2. Demonstre o seu amor

A existência de uma relação de carinho e ternura é essencial para alimentar o desejo e a paixão pelo parceiro. Portanto, é fundamental que se demonstre diariamente o amor que um cônjuge tem pelo outro, não só em contexto sexual.

A partir disso, é possível desfrutar de uma sexualidade provida de sentimento e cumplicidade, em vez da manutenção de um ato mecânico, ou seja, uma obrigação. Essa intimidade criada entre os parceiros é essencial para manter uma vida sexual saudável e duradoura.

3. Busque a felicidade conjugal

A união de duas pessoas por meio do casamento é composta por vários aspectos que vão muito além do desejo sexual. Para que essa união tenha sucesso em todos esses aspectos, é necessário que a relação promova o bem-estar de ambos os parceiros.

A partir desse pensamento, é possível dizer que a infelicidade dos cônjuges influencia negativamente todos os pontos do casamento, dentre eles o sexo. Assim, para que a relação seja satisfatória e funcional, é extremamente necessário que a felicidade e o bom humor estejam sempre presentes.

Continuar rindo, brincando, viajando e dividindo conquistas são elementos fundamentais para a manutenção de uma vida sexual saudável após o casamento. A partilha da felicidade só reforça os laços de intimidade e cumplicidade, que são tão importantes para o matrimônio como um todo.

4. Crie uma relação de confiança

A infidelidade é uma das maiores inseguranças de quem vive uma relação a dois. Esse sentimento pode ser a origem de diversos problemas entre o casal, dentre eles a rotina sexual.

A fim de evitar qualquer problema relacionado a esse tipo de insegurança, é muito importante que se construa, ao longo do matrimônio, uma relação de confiança, na qual ambos os parceiros tenham sempre a segurança de que não haverá, de forma alguma, o adultério. A confiança é algo fundamental para o desenvolvimento da intimidade do casal, fator indispensável para manter a vida sexual frequente e saudável.

E então, gostou das dicas de hoje? Comente no post suas experiências com a vida sexual no casamento!

Posted by Dra. Cristina Carneiro in Blog