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Promova a saúde: cuidados essenciais para mulheres a partir dos 40

Manter um corpo saudável é um desafio em qualquer idade. Entretanto, após os 40 anos, o corpo da mulher passa por uma série de mudanças hormonais e metabólicas que demandam uma atenção um pouco maior.

Pensando nisso, separamos a seguir alguns dos cuidados a partir dos 40 essenciais para as mulheres! Continue lendo e confira tudo sobre o assunto!

Realize exames periódicos

É bastante importante que mulheres de todas as idades estejam sempre em dia com seus exames e consultas médicas de rotina. A partir da quarta década de vida, os riscos do desenvolvimento de algumas enfermidades se tornam um pouco maiores, o que justifica uma maior necessidade de se manter em dia com as consultas médicas.

Os exames de mamografia e papanicolau são exemplos de procedimentos fundamentais para a prevenção de câncer. Mulheres com mais de 40 anos passam a integrar grupos de risco para o desenvolvimento de alguns tipos da doença, o que demanda uma atenção maior à realização dos exames preventivos.

Também é bastante interessante que sejam realizados exames de sangue periodicamente, a fim de medir níveis de glicose e colesterol com o objetivo de prevenir o desenvolvimento de diabetes e doenças cardiovasculares.

Além disso, com a devida assistência de um endocrinologista, é essencial observar os níveis hormonais do organismo, tendo em vista que a idade da menopausa se aproxima e, com a devida orientação médica, é possível amenizar os seus efeitos e promover maior bem-estar para a mulher.

Cuide da alimentação

Estar mais atenta à alimentação também é fundamental para a promoção da saúde após os 40. Com o envelhecimento, é natural que haja uma progressiva queda no metabolismo corporal, o que pode tornar processos como o emagrecimento mais difíceis, por exemplo.

Além da necessidade de uma alimentação balanceada de proteínas carboidratos e lipídios, é extremamente importante que a mulher esteja atenta à ingestão de um mineral essencial para a integridade dos ossos: o cálcio.

É inevitável que, com a queda dos hormônios femininos ao longo do processo da menopausa, a absorção desse mineral decresça, o que explica a maior incidência de osteoporose em indivíduos do sexo feminino. Assim, é muito importante controlar os níveis de cálcio nesse período, de modo a preservar a saúde dos ossos durante a velhice.

É essencial que, sempre que possível, seja consultado um médico e/ou nutricionista, para averiguar as necessidades nutricionais do organismo, bem como para organizar uma dieta mais saudável e sem exageros.

Pratique atividades físicas

Além do investimento na alimentação, é muito importante incluir na rotina a prática regular de atividades físicas. Essa necessidade se agrava com o aumento da idade, uma vez que aumentam os riscos de desenvolvimento de doenças cardiovasculares e respiratórias.

Por isso, o ideal é que sejam feitas atividades físicas de nível moderado a intensa de 3 a 5 vezes por semana, para prevenir o desenvolvimento de doenças e estimular o metabolismo corpóreo.

Investir tempo e atenção na saúde do corpo pode significar uma melhoria extremamente relevante na qualidade da mulher ao longo da vida, excepcionalmente na velhice. Dessa forma, é fundamental que, depois dos 40 anos, medidas como essa sejam realizadas com bastante disciplina e determinação. Claro, alimentação, exercícios e exames são importantes durante toda a vida da mulher, mas nenhum desses três eixos pode ser negligenciado depois dos 40. Os benefícios são sentidos todos os dias!

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Posted by Dra. Cristina Carneiro in Blog

O que você precisa saber antes de fazer um teste de gravidez

Para as mulheres que estão em idade fértil e sexualmente ativas, um dia de atraso na menstruação gera a suspeita de uma possível gravidez. Planejada ou não, isso não importa — o que a mulher realmente quer nesse momento é tirar essa dúvida.

No entanto, antes de fazer o teste de gravidez, é preciso entender como ele funciona! Afinal, pior do que ficar na dúvida é receber um diagnóstico falso, não é mesmo? Pensando nisso, no post de hoje, vamos falar sobre esse teste para que você possa tirar todas as suas dúvidas sobre o assunto. Continue a leitura e fique de olho!

Os tipos de teste de gravidez

Atualmente, você tem duas opções de teste de gravidez a sua disposição: o teste de farmácia e o exame de sangue. Vamos entender melhor cada um deles?

Teste de gravidez de farmácia

É aquele clássico feito com sua urina. No passado, o teste de gravidez de farmácia já teve sua eficácia desacreditada. No entanto, atualmente, sabemos que um teste de marca confiável e utilizado da forma correta pode oferecer 99% de chance de acertos.

O teste de farmácia é composto por anticorpos que reagem com o hormônio hCG, que é produzido durante a gravidez. Ele provoca uma reação química que faz surgir a linha de resultado positivo.

Exame de sangue

O exame de sangue, ou Beta hCG, é solicitado pelo ginecologista. Esse teste oferece um diagnóstico válido e documentado sobre a gestação, possibilitando iniciar o pré-natal caso acuse positivo.

Assim como o teste de farmácia, esse exame analisa o nível do hormônio hCG presente no seu sangue. Esse não é um teste caseiro, mas realizado em laboratório. Portanto, você vai precisar da solicitação de um médico para realizá-lo.

A eficácia dos testes de gravidez

Tanto o teste de farmácia como o exame de sangue são métodos eficazes para diagnosticar uma possível gravidez. No entanto, o exame de sangue é mais preciso, pois é feito de forma profissional e analisa a amostra com mais eficácia.

Para que o teste de farmácia não acuse um resultado falso, é indicado que você espere o atraso da menstruação. Assim, em caso de gravidez, seu nível de hCG estará alto e será mais precisamente identificado pelo teste. Isso também acontece quando você segue a instrução de utilizar a primeira urina do dia, pois ela é mais concentrada.

Embora ambos os testes sejam eficientes, ainda é possível que eles acusem um resultado falso positivo caso seu organismo esteja em uma condição rara de produzir o hCG mesmo sem gravidez.

Isso pode ser provocado por alguns tipos de câncer, pelo uso de medicamentos que estimulam a ovulação, se você tiver sofrido um aborto recente ou se estiver fazendo algum tratamento para engravidar.

Mais comum nos testes de farmácia, o falso negativo pode acontecer se você fizer o teste de forma errada ou, então, se o produto estiver vencido ou com defeito.

O atraso menstrual e o teste de gravidez

Para fazer o teste de gravidez, geralmente espera-se que a menstruação esteja atrasada. No entanto, seu corpo começa a produzir o hCG muito antes desse período.

Porém, para a maioria das mulheres, os níveis desse hormônio aumentam consideravelmente quando há o atraso. É aí que ele se torna alto o suficiente para ser detectado. Então, para evitar resultados falsos, recomenda-se fazer o teste depois do atraso. No caso do teste de farmácia, o ideal é que você aguarde uma semana.

O teste de gravidez de farmácia é muito popular, afinal, pode ajudar a minimizar a dúvida. No entanto, o ginecologista sempre solicitará o Beta hCG para ter um diagnóstico formal e documentado.

O desejo de fazer o teste de gravidez o quanto antes pode ser incontrolável. Mas, para saber se você realmente está grávida ou não, o ideal é tentar segurar um pouquinho a ansiedade para ter um resultado preciso, seja no teste de farmácia ou no Beta hCG.

Gostou do post de hoje? Quer continuar a aprender sobre saúde feminina e outros temas interessantes? Basta curtir nossa página no Facebook e acompanhar nossas postagens!

Posted by Dra. Cristina Carneiro in Blog

Colocar diu: quais cuidados deve ter?

O chamado dispositivo intrauterino possui uma série de mecanismos que agem impedindo a fecundação e implantação do ovo e, consequentemente, a gestação. O DIU é inserido pelo ginecologista no canal vaginal e pode ser retirado de acordo com o desejo da mulher de voltar a poder engravidar, também com auxílio do médico.

Quer saber mais sobre esse método contraceptivo? Confira neste post os principais cuidados para colocar DIU!

Como faço para colocar DIU?

A colocação do DIU deve ser feita exclusivamente por um médico; é um procedimento extremamente simples e que pode ser realizado no próprio consultório médico. Não há necessidade de realizar o procedimento com anestesia, embora isso seja possível para mulheres menos tolerantes ao incômodo que o processo pode causar. Nesses casos, haverá demanda de um ambiente hospitalar.

Com duração de aproximadamente 10 a 30 minutos, a colocação do DIU deve ser precedida de uma ultrassonografia transvaginal. Esse exame envolve a introdução de um instrumento denominado transdutor vaginal, usado para avaliar o útero como um todo, o que inclui não só suas medidas, como também a presença de miomas ou outras alterações no órgão. Na maioria dos casos, não há nenhum problema anatômico que impeça a acomodação do DIU; o procedimento de verificação é padrão.

Com o auxílio de um espéculo para abertura da vagina, o DIU é introduzido por meio de um instrumento aplicador, que costuma ser fornecido com o DIU propriamente dito (por isso, a embalagem é muito maior do que o dispositivo). Após a colocação na região interna do útero, é cortado o fio que liga o dispositivo ao aplicador e já está feito o procedimento.

Os níveis de incômodo podem variar entre as pacientes, mas, geralmente, a dor é relatada como semelhante a uma cólica menstrual forte. Entretanto, essa dor é suportável e tem pouco tempo de duração. Após a realização do processo, a mulher pode retomar as atividades normalmente, no mesmo dia.

Qual o período mais indicado para colocação do DIU?

O período mais indicado para a colocação do dispositivo intrauterino é durante a menstruação, uma vez que haverá uma maior dilatação do colo uterino. Além disso, nesse momento, a chance de gravidez é mais próxima de zero. Alguns ginecologistas exigem um exame de gravidez de laboratório. A gravidez impede a colocação do dispositivo.

Quando se deve tirar o dispositivo?

O momento de retirada do DIU fica a critério do médico responsável pelo caso, de acordo com a análise dos exames periódicos de verificação do estado do dispositivo. Além disso, no caso de a mulher desejar engravidar, é sempre possível solicitar a retirada do DIU.

Quais os principais cuidados que se deve ter antes de colocar o DIU?

Um dos principais cuidados que se deve ter antes da colocação do DIU é a verificação da presença de doenças sexualmente transmissíveis no organismo. Além disso, para pacientes imunodeprimidos, a possibilidade de o procedimento causar uma infecção é maior e, portanto, os riscos devem ser medidos pelo profissional responsável pelo caso.

Existem também vários tipos de DIU, sendo os principais tipos o de cobre e o Mirena. O DIU Mirena libera gradativamente prostágenos, que têm a função de promover uma ação hormonal de atrofia do endométrio, que é a camada que reveste o útero internamente e que descama durante a menstruação. Essa atrofia justifica o fato de que muitas mulheres têm uma diminuição considerável do fluxo menstrual ou mesmo param de menstruar após a instalação do DIU Mirena.

A escolha do tipo de dispositivo deve ficar a critério do médico responsável e ser aprovado pela paciente, de acordo com os exames feitos previamente. Além disso, a principal contraindicação da instalação do dispositivo é a gravidez, uma vez que a realização do procedimento pode causar o aborto do embrião.

E depois?

Embora sejam casos raros, é possível que o DIU saia do lugar ao longo do período em que está implantado na mulher. Em função disso, é extremamente importante que a mulher faça exames de ultrassom periódicos para verificar se o posicionamento do dispositivo permanece de maneira correta.

Resolvemos suas dúvidas sobre colocar DIU? Confira também nosso artigo sobre os tipos de DIU!

Posted by Dra. Cristina Carneiro in Blog

Idade gestacional: aprenda a calcular

Foi-se o tempo em que as gestações eram calculadas apenas pelos meses. Agora, para monitorar mais de perto e saber exatamente quando o bebê nascerá, a idade gestacional é feita contando as semanas, cálculo que algumas vezes confunde a mente das mamães em fase inicial.

A fim de não haver mais dúvidas, elaboramos este post para que você aprenda a calcular o momento tão esperado: a chegada do bebê.

O que é idade gestacional?

Idade gestacional é o nome dado ao tempo de gravidez, ou seja, a fase entre o início da última menstruação até o parto. Para que o cálculo seja feito com exatidão, é preciso saber a data correta da última menstruação e contar as semanas até a data atual.

Com esses dados em mãos, somando a estimativa da data sugerida pelo exame de ultrassonografia, é possível descobrir a data mais provável do nascimento.

Como calcular a idade gestacional?

A cada sete dias da data da última menstruação, o bebê ganha uma semana de vida.

Ou seja: se o primeiro dia da última menstruação foi em 12 de março, no mês seguinte você fez o teste de farmácia e deu positivo, então a conta começa no dia 12, e não no dia da relação.

Sendo assim, se o dia 12 foi um domingo, conte sete dias até o próximo domingo e terá uma semana. Suponhamos que hoje seja 12 de maio: você está grávida de oito semanas, ou seja, dois meses.

Sabemos que é bem complicado dizer exatamente quando a fecundação aconteceu, já que os espermatozoides sobrevivem por até sete dias antes de fecundar o óvulo e iniciar todo o processo de gravidez. Entretanto, calculando dessa forma a precisão tende a ser melhor.

No início pode parecer difícil, mas depois que pegar o jeito conseguirá explicar facilmente sobre qualquer idade gestacional.

Não sabe a data da última menstruação?

Quando não há certeza da data exata da última menstruação, a mulher dependerá do exame de ultrassom.

Após determinado período, o médico pode calcular as semanas e meses pela altura uterina — medida que vai do osso púbico, acima da vagina, até o topo do útero, local encontrado pelo obstetra quando faz um exame palpável. Essa medição ocorre a partir da 12.ª semana de gestação.

Para ajudar nos cálculos, um exame de sangue para verificar a quantidade de beta HCG também é fundamental.

Uma gestação tem, em média, 40 semanas, podendo variar entre 39 e 41 semanas. Caso a mulher complete o prazo máximo e o parto não inicie, o médico deve optar por outros procedimentos, como induzir o parto com medicamentos na veia ou direcionar para uma cesárea.

Aprendeu a calcular a data do parto?

Para ajudar nos cálculos, inserimos uma data fictícia, bastando que você preencha com os seus dados.

Data da última menstruação = 2 de fevereiro
Some 7 dias = 9 de fevereiro
Some 9 meses para uma estimativa do nascimento do seu bebê = 9 de novembro de 2017.

Viu só como não é difícil descobrir a idade gestacional? Agora você já pode fazer o cálculo e ajudar as amigas, não é mesmo?

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Posted by Dra. Cristina Carneiro in Blog

Como vencer os enjoos de gravidez

Atenção mamães: esses enjoos de gravidez vão passar! Alertas e brincadeiras à parte, este post é para ajudar você, que está grávida e sofrendo com essa difícil fase inicial, a encontrar dicas para vencer os enjoos! Continue a leitura e confira!

As razões dos enjoos

Para tranquilizar você, saiba que aproximadamente 70% das mulheres sofrem com enjoos no primeiro trimestre da gestação. Infelizmente não há estudos concretos sobre os motivos, porém a explicação mais plausível acusa a alteração dos níveis de hormônios durante os 90 dias iniciais da gravidez.

A responsável por essas mudanças é a progesterona, hormônio que mantém a gravidez. Ela deixa o trato gastrointestinal mais lento e preguiçoso. Dessa forma, os alimentos levam um tempo maior para chegar ao intestino, gerando enjoos e vômitos.

Normalmente, o enjoo é mais frequente no período da manhã, quando a grávida passa muito tempo sem comer. É importante salientar que não há regras para náuseas; elas podem aparecer em qualquer hora do dia, de modo mais intenso ou mais leve, variando em cada mulher.

Boas práticas para amenizar os enjoos da gravidez

Listamos agora alguns métodos para que você tente reduzir os enjoos diários. Antes de começar, é bom deixar avisado que os sintomas de gravidez variam e pode ser que o conselho para uma mulher não valha para a outra e vice-versa. Por isso, tente encontrar o que faça você sentir mais confortável.

Faça pequenas refeições ao longo do dia

Não é porque você está grávida que pode abusar do ditado e comer por dois. O mais indicado é que faça refeições menores ao longo do dia. Tente comer a cada 2 horas e de forma que se sinta saciada, e não cheia. O estômago nutrido em excesso causa mais enjoos.

Diga adeus aos alimentos gordurosos

Você não precisa se privar de nada, desde que coma com moderação e evite os alimentos gordos, aqueles cheios de gorduras. Refeições com muitos temperos também devem ser reduzidas, assim como os alimentos ricos em açúcares.

Adote um pacote de bolacha água e sal

Além de carregar sempre um pacotinho de bolacha água e sal para fomes de emergência, uma dica ótima é comer algumas bolachinhas antes mesmo de levantar da cama. Dessa maneira, você evita que o estômago vazio, após uma longa noite de sono, piore seu enjoo.

Os biscoitos são ricos em carboidratos e ajudam a amenizar os sintomas.

Beba água

Um organismo hidratado evita muitas doenças. Contudo, se beber muita água deixa você ainda mais enjoada, experimente pingar algumas gotinhas de limão.

Consuma gengibre

Calma aí! Não estamos dizendo para comê-lo sem fim, mas um chazinho de gengibre ajuda a combater os enjoos. Ele age no sistema nervoso central, inibindo os efeitos antieméticos – das náuseas. Assim como água, não ingira muito de uma só vez. Beba ao longo do dia e em pequenos goles.

Dicas rápidas:

  • jamais coma e deite-se logo em seguida, pois isso potencializa os enjoos;
  • consuma muitas frutas: o açúcar natural do alimento suaviza as náuseas;
  • Anote todos os alimentos que deixam você mais enjoada; é fácil perceber o que seu estômago leva mais tempo para digerir;
  • pulseira anti-enjoo: elas funcionam graças a um botão de plástico que exerce uma pressão em determinada parte do punho.

A importância de controlar os enjoos

Enjoos demais provocam vômitos. Em excesso, estes causam desidratação. Uma grávida que sofre com o problema pode gerar diversos danos ao seu próprio corpo e ao bebê. Em casos extremos, a futura mamãe perde muito peso e líquidos, precisando ficar internada para cortar o vômito e repor todos os nutrientes que perdeu.

Se as náuseas forem frequentes, consulte um médico e relate o ocorrido. Um profissional poderá indicar alguns passos para amenizar a situação.

Bom, agora que você já sabe algumas dicas para vencer os enjoos de gravidez, faça o teste e comente: quais sugestões funcionaram melhor para você?

Posted by Dra. Cristina Carneiro in Blog

Menopausa: por que continuar indo ao ginecologista?

A menopausa é uma fase pela qual todas as mulheres passarão. Por isso, é muito importante que, mesmo ainda longe dela, você saiba o que vai acontecer com seu corpo e como se cuidar.

Durante e depois da menopausa, é essencial que você continue com as consultas regulares ao ginecologista. Afinal, os cuidados com sua saúde continuam praticamente os mesmos!

Pensando nisso, neste post, vamos explicar o papel fundamental do ginecologista para garantir a qualidade de vida para as mulheres na fase da menopausa. Continue lendo para entender porque o aconselhamento desse profissional não deve ser descartado!

Entenda o que muda antes e durante a menopausa

Quando a mulher chega à fase da menopausa, algumas mudanças acontecem em seu organismo. Basicamente, elas estão relacionadas com as alterações na produção hormonal, que interferem na ovulação e em outras funções orgânicas.

Quando ela está ainda na perimenopausa, fase anterior ou inicial da menopausa, a ovulação se torna irregular e, assim, fica muito difícil calcular os dias férteis. A característica principal dessa fase é que a mulher passa a ter grande dificuldade para engravidar, ou até mesmo não consegue engravidar.

Quando a menstruação não acontece mais, significa que a ovulação se encerrou e a mulher não pode mais engravidar. Mas você não deve ir ao ginecologista apenas quando pretende engravidar, não é mesmo?

Por isso, embora o corpo mude e o organismo esteja diferente na fase da menopausa, você precisa continuar se consultando com o ginecologista. Afinal, além dos cuidados rotineiros com sua saúde, você passará a precisar de outros tratamentos específicos para melhorar sua qualidade de vida nessa fase, como mostraremos a seguir.

Saiba como se cuidar nessa fase

Diversas alterações orgânicas acontecem com a mulher na fase da menopausa. A queda da taxa hormonal pode acarretar problemas como diabetes, hipertensão, obesidade, osteoporose e alguns tipos de câncer, entre outros.

Ou seja, nessa fase, você está mais propensa a desenvolver problemas de saúde. Por isso, não deixe de ser acompanhado de perto por um profissional! O ginecologista auxilia a mulher a controlar seu estado clínico e evitar essas complicações.

Além disso, continue realizando exames como o Papanicolau e passe a dar atenção redobrada para suas mamas. Isso é necessário devido ao fato de que a incidência de câncer de mama é mais expressiva na fase da menopausa.

O ginecologista também pode ajudar em questões relacionadas a sua sexualidade, que pode ser afetada pela menopausa. É natural que a mulher sinta a redução da libido e que o ressecamento vaginal interfira na hora das relações. Para que você continue tendo uma vida sexual saudável, o aconselhamento e suporte do ginecologista são essenciais.

Verifique a necessidade de um tratamento complementar

Além de tudo isso, o ginecologista também poderá indicar que você procure outros especialistas para complementar o tratamento ginecológico. Esse é o caso do endocrinologista, um profissional que costuma trabalhar em conjunto com o ginecologista com as pacientes na fase da menopausa.

Afinal, o endocrinologista trata das questões relacionadas aos hormônios e suas funções ou complicações no organismo. Então, esse profissional também auxilia a manter a qualidade de vida e saúde das mulheres maduras.

O ginecologista é o médico que deve acompanhar você em todas as fases da sua vida, desde a adolescência, passando pelo período fértil adulto, a menopausa e até a terceira idade. Os cuidados com a saúde íntima da mulher perduram por toda a vida e, assim, a parceria entre você e seu ginecologista jamais deverá ser descartada.

Viu só? Cada fase da sua vida requer um cuidado diferente. Então, continue aprendendo como manter sua saúde em todas elas assinando nossa newsletter e tendo acesso a mais temas interessantes como este!

Posted by Dra. Cristina Carneiro in Blog

Veja aqui o risco da pressão alta durante a gravidez

Na gravidez, o mundo começa a girar em torno de nosso bebê, não é mesmo? Temos que mudar a alimentação, tomar vitaminas e fazer pré-natal. E se tivermos pressão alta durante os meses de gestação, o que pode acontecer?

A seguir explicaremos causas, sintomas, perigos, prevenção e tratamento para essa situação. Você descobrirá tudo o que precisa saber sobre o aumento da pressão sanguínea na gestação.

O que significa a pressão alta durante a gravidez?

A DHEG (doença hipertensiva específica da gestação) é o aumento da pressão sanguínea em mulheres que nunca haviam apresentado esse sintoma e que estão grávidas. Cerca de 5-7% das grávidas brasileiras passam por esse problema.

O aumento da pressão arterial na gravidez, ou pré-eclâmpsia, se não for tratado e controlado, evolui para o quadro de eclâmpsia. Geralmente, começa depois da 20.ª semana de gravidez, ou seja, próximo do quarto mês.

pré-eclâmpsia é acompanhada de eliminação de proteína pela urina e inchaços. Se a gestante não fizer acompanhamento médico ou não conseguir controlar a pressão, pode apresentar sintomas de piora.

Nesse caso, se esses sintomas não forem tratados, o quadro evolui para eclâmpsia: o risco da perda da criança se torna alto, já que esse quadro caracteriza-se por convulsões, pode evoluir para coma e levar à morte.

Quais são as causas?

A origem da maioria dos problemas de saúde vem da má alimentação. Apesar de não existir uma causa única, a alimentação desequilibrada, o excesso de sal e o sedentarismo tornam muito mais difícil ter uma gravidez saudável.

Existe o consenso de que o problema também pode ser resultado da má adaptação corpórea da mãe à sua nova condição.

Quais são os sinais e sintomas?

Os sinais e sintomas clássicos consistem na pressão alta, perda de proteína pela urina e inchaço. Podem ser encontrados alguns sintomas que indicam o agravamento da doença: entre esses sintomas estão dores de cabeça e abdominais, visão comprometida com pontos brilhantes ou embaçada e inchaço generalizado.

Como prevenir e tratar?

Cuidar da alimentação e do ganho de peso, fazendo visitas regulares ao ginecologista e obstetra, é imprescindível para um parto seguro e um bebê saudável.

O ácido fólico, nutriente indicado como suplemento para grávidas, tem ação vasodilatadora. Mas, se mesmo seguindo esses cuidados a pressão não baixar, medicamentos anti-hipertensivos podem ser necessários.

Hipertensas que ficaram grávidas também estão em risco?

Mulheres hipertensas que engravidaram não se enquadram nos casos de DHEG. Contudo, se a pressão não estiver controlada, os sintomas serão os mesmos e o tratamento será similar ao de pré-eclâmpsia.

Muitos especialistas adotam a opção de trocar o remédio que a gestante já tomava por outro da mesma classe, que seja mais indicado para o período da gravidez. É importante que o ginecologista e o cardiologista estudem juntos soluções para a situação.

Os cuidados com a alimentação não devem ser descuidados, assim como deve ser feita suplementação de ácido fólico.

Quais são os riscos?

A partir do momento em que não se consegue mais controlar a pressão com auxílio de medicamentos e os sintomas da iminência de eclâmpsia se tornam evidentes, é necessário fazer a indução do parto, já que a vida do bebê e a da mãe estão em risco.

Toda doença que aparece durante a gestação é um sinal de predisposição. Normalmente, após a doença hipertensiva específica da gestação, a pressão arterial é normalizada ou reduzida logo após o parto.

Mesmo assim, algumas mães recentes continuam tomando anti-hipertensivo por cerca de 40 dias, para garantir que a pressão volte ao normal.

É muito importante fazer o acompanhamento médico e tomar cuidado com a alimentação. Lembre-se: são duas vidas que dependem apenas do seu cuidado.

Percebeu como a pressão alta durante a gravidez pode colocar em risco a vida da mãe e do bebê? Se você achou essas informações importantes e quer alertar outras mulheres, compartilhe este post nas redes sociais!

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Flora vaginal: Como cuidar e prevenir de doenças?

Os micro-organismos têm um grande papel em inúmeras doenças e infecções. Porém, a superfície e o interior do corpo humano são colonizados por inúmeras bactérias e fungos, que têm ação benéfica e protetora. Esses micro-organismos são conhecidos como a flora humana ou microbiota.

Na região íntima da mulher, encontra-se uma das floras mais delicadas e importantes, a flora vaginal, que é fundamental para a manutenção de sua saúde. Entenda mais, neste post, sobre a flora vaginal, os cuidados necessários com ela e como atuar na prevenção de doenças.

O que é a flora vaginal?

A flora vaginal é o conjunto de micro-organismos encontrados na região da vagina que vivem em simbiose com o corpo humano, ou seja, em uma relação de troca — os dois lados da relação, portanto, são beneficiados.

Ela é composta, principalmente, por lactobacilos, que se encontram em um delicado equilíbrio entre si. A flora é encontrada na região externa da vagina, denominada vulva, e no interior do canal vaginal.

As funções da flora vaginal incluem, principalmente, o combate a micro-organismos mais agressivos. Ele ocorre por meio da produção de ácido lático, pelos lactobacilos. O ácido lático regula a acidez vaginal, estabelecendo um pH menos favorável a organismos danosos.

Os componentes da flora também ocupam os locais que poderiam ser infectados por outros micro-organismos e, no lugar destes, consomem nutrientes disponíveis, como o glicogênio, presente nas células da parede vaginal, que poderiam nutrir os organismos maléficos.

Além disso, a flora vaginal também fortalece o sistema imunológico, auxiliando o corpo no combate a infecções.

Quais doenças podem ser causadas por problemas na flora vaginal?

O desequilíbrio da flora vaginal ocorre quando um dos grupos de micro-organismos encontrados na flora tem seu número aumentado ou reduzido desproporcionalmente em relação aos outros organismos. Nessa situação, a proliferação de organismos maléficos é facilitada.

Um exemplo disso ocorre na Vaginose Bacteriana, causada pela bactéria Gardnerella. Essa bactéria pode ser encontrada em mulheres sem sintomas. Porém, quando há redução da população de lactobacilos da flora normal, ou quando ocorrem outras alterações no pH vaginal, como a alcalinização, o desenvolvimento da doença é favorecido. O seu tratamento é realizado com uso de antibióticos.

A Candidíase, uma infecção vaginal muito comum causada por fungos do gênero Cândida, também pode ser favorecida pelo desequilíbrio ou pela redução da flora vaginal. A Candidíase deve ser avaliada pela ginecologista e é tratada com medicamentos antifúngicos, de uso tópico ou oral.

Quais são os cuidados necessários com a flora vaginal?

Para que a flora vaginal se mantenha saudável, é importante garantir que a vagina seja um ambiente adequado para sua manutenção, por meio da preservação de sua acidez natural, de sua umidade e da circulação de ar.

Isso depende da higienização correta, que deve ser feita de forma delicada — preferencialmente, com um sabonete neutro. Apenas a região externa da vagina (vulva) deve ser lavada, uma vez que o canal vaginal tem mecanismos próprios para manter sua limpeza.

A aplicação de cosméticos na região da vagina, como perfumes ou cremes sem prescrição médica, não é indicada. Também é desejável evitar o uso constante de roupas muito apertadas ou abafadas, preferindo tecidos naturais, que sejam mais respiráveis para a pele.

Outro cuidado a se considerar é evitar o uso indiscriminado de antibióticos e de antifúngicos sem prescrição médica, uma vez que esses itens têm impacto direto sobre a flora. Também é preciso ter atenção em relação à alimentação, evitando o consumo excessivo de açúcar, que pode alterar o perfil da flora vaginal, e favorecendo o consumo de alimentos probióticos, como iogurtes e outros fermentados.

Os cuidados com a flora vaginal são muito importantes para a saúde íntima e devem integrar os cuidados ginecológicos. Para mais informações sobre ginecologia e sobre a saúde da mulher, assine a nossa newsletter!

Posted by Dra. Cristina Carneiro in Blog

Exame papanicolau: para que serve e quem deve fazer?

Criado em 1940 pelo médico George Papanicolau, o exame papanicolau é de fundamental importância para a saúde preventiva da mulher. Esse procedimento deve ser realizado com regularidade após o início da vida sexual, tendo sua frequência determinada de acordo com os resultados observados pelo médico responsável.

Pensando no assunto, separamos a seguir algumas das principais informações acerca do exame papanicolau. Confira!

Para que serve o exame papanicolau?

O exame tem o objetivo de identificar e prevenir o desenvolvimento de câncer na região do útero, além de também poder detectar outras enfermidades, como o câncer de ovário e uma série de infecções vaginais, como candidíase vaginal, tricomoníase, além de doenças sexualmente transmissíveis como sífilis, gonorreia, clamídia e cancroide.

Esse procedimento tem fundamental importância na saúde preventiva da mulher, uma vez que o câncer de colo de útero é considerado um dos tipos de câncer mais frequentes entre as mulheres brasileiras, numa frequência de quase 17 mil casos por ano no país, segundo o INCA (Instituto Nacional do Câncer).

Além disso, o exame também é capaz de identificar a presença de HPV, o vírus do papiloma humano, que é o principal causador do câncer de colo de útero. Dessa forma, é fundamental que sejam feitas visitas periódicas ao ginecologista para a realização do papanicolau.

Quem deve fazer?

O procedimento é bastante simples e deve ser realizado após o início da vida sexual da mulher ou após os 21 anos de idade. Esse exame é realizado no consultório ginecológico e, inicialmente deve ser repetido anualmente. Porém, de acordo com os resultados e orientação do médico ginecologista responsável, o papanicolau poderá passar a ser feito num período de 3 em 3 anos.

Qual a faixa etária para a realização do exame?

Devem se submeter obrigatoriamente ao exame papanicolau mulheres numa faixa etária de 26 a 64 anos, embora não haja uma idade padrão para a realização do procedimento médico. A transmissão do vírus HPV, que é o principal causador do câncer de colo de útero, é feita à região do endométrio exclusivamente por via sexual. Portanto, se a mulher encontra-se ativa sexualmente o exame já se faz necessário.

Como é feito o procedimento?

O procedimento consiste basicamente numa raspagem do colo do útero, de modo que seja colhido material para análise laboratorial das células dessa região. A partir disso e da observação clínica do médico é possível determinar e prevenir enfermidades que acometem a mulher nessa região.

O exame é feito de maneira extremamente rápida e indolor, sendo desnecessário o uso de qualquer tipo de anestesia. Entretanto, é possível que a mulher sinta um leve desconforto no momento da raspagem, mas que é bastante breve e totalmente suportável.

Vale lembrar ainda que o exame papanicolau deve ser executado exclusivamente por um médico ginecologista, no próprio consultório.

Existe alguma contraindicação?

Além do desaconselhamento da realização do exame em mulheres virgens abaixo de 21 anos, o único período em que há impossibilidade para a sua realização é durante a menstruação. Dessa forma, é importante que a mulher considere seu calendário menstrual antes de marcar uma consulta ginecológica para a realização do papanicolau.

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Posted by Dra. Cristina Carneiro in Blog

Conheça os melhores alimentos para mulher grávida

gravidez demanda uma série de cuidados para se desenvolver da forma saudável. Um desses cuidados é a alimentação, essencial para a manutenção da saúde da mãe, assim como para o desenvolvimento da criança. A negligência com uma alimentação nutritiva pode significar graves riscos para essa gestação.

Pensando nisso, selecionamos a seguir alguns dos melhores alimentos para mulher grávida que não podem faltar na dieta. Confira!

Leite e derivados

O leite e seus derivados têm um dos nutrientes mais importantes para o corpo humano, o cálcio. É essencial para a formação de dentes e ossos, além de ser fundamental para a condução dos impulsos nervosos. Assim, é de extrema importância o consumo desses alimentos para mulher grávida.

Além disso, alimentos como o iogurte são considerados fontes extremamente ricas de proteínas, que têm os elementos fundamentais para a síntese de todas as substâncias do organismo. Outra propriedade interessante do iogurte é o fortalecimento da flora intestinal, garantindo assim o bem-estar da futura mamãe durante a gestação.

Folhas verde-escuras

Os vegetais folhosos de coloração mais escura são extremamente ricos em vitaminas do complexo B e cálcio, além de muitos outros nutrientes. Alguns desses vegetais também são ricos em vitamina C, como a couve manteiga.

Uma das principais vantagens dessa classe de vegetais é a grande presença do ácido fólico, ou vitamina B9. Essa vitamina tem propriedades relacionadas à manutenção da saúde do cérebro, prevenção de anemia e fortalecimento do sistema imunológico. Além disso, essa vitamina participa de forma fundamental no desenvolvimento do sistema nervoso do bebê, o que torna sua ingestão obrigatória durante a gravidez.

Grãos

Grãos como feijão, lentilha, ervilha e grão-de-bico são importantes fontes proteicas. Dessa forma, a presença desse tipo de alimento na dieta tem grande importância para o bom desenvolvimento da criança e manutenção da saúde da mulher.

Além de ter grande importância no que diz respeito ao aporte de proteínas para o corpo, podemos dizer que o feijão é também uma grande fonte de ferro, cálcio, magnésio e zinco.

Pães e massas integrais

Pães e massas são fontes de carboidratos, a principal fonte de energia da alimentação humana. A grande demanda de energia de um período gestacional é um ótimo motivo para aumentar um pouco a ingestão desse tipo de alimento. Porém, sempre que possível, é melhor dar preferência para as versões integrais desses alimentos.

Os alimentos integrais têm grande presença de fibras, que são de extrema importância para o bom funcionamento intestinal, uma vez que a prisão de ventre pode ser um sintoma comum em muitas mulheres grávidas.

Além disso, as massas de pão contêm nutrientes como cálcio, ferro, zinco, magnésio e vitaminas do complexo B, que estão presentes em quantidades mais significativas nas massas integrais.

Frutas

A presença de frutas na dieta de uma grávida também é algo extremamente indicado. Além do aumento na quantidade ingerida de fibras, as frutas são fontes naturais das mais variadas vitaminas e minerais, sendo opções saudáveis e saborosas para a alimentação da futura mãe.

As frutas também são excelentes fontes de carboidratos, que são essenciais para a demanda energética do corpo humano. Essa demanda energética aumenta e deve ser obrigatoriamente suprida em períodos gestacionais para o bom desenvolvimento da criança.

Castanha-do-pará

A castanha-do-pará é um alimento extremamente nutritivo, principalmente por conter uma quantidade razoável de ômega 3, que é essencial para o desenvolvimento do cérebro do bebê. Outros alimentos com propriedades semelhantes são as castanhas de caju, nozes e amêndoas.

A boa alimentação da mãe é extremamente importante para o bom desenvolvimento de uma gravidez. Prestar atenção na dieta e escolher corretamente os alimentos para mulher grávida está entre as formas de prevenir complicações nesse período, mas é fundamental que seja feito um acompanhamento com um profissional qualificado, de modo a garantir que todas as demandas nutricionais do organismo sejam supridas.

Se você gostou das dicas, aproveite e confira mais um de nossos posts: Grávidas podem ou não podem?

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