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Anticoncepcional faz mal para a saúde?

Anticoncepcional faz mal para a saúde?

O lançamento da pílula anticoncepcional, em 1960, revolucionou a vida da mulher.  O uso desse tipo de contraceptivo, naquela época, impulsionou a liberdade sexual feminina e o direito de escolher o momento mais adequado para ter filhos.

Passadas mais de 5 décadas, as mulheres ainda continuam utilizando, largamente, esse método, associado ou não ao uso de preservativo. Ele é simples e eficaz para o controle da natalidade, porém com alguns efeitos colaterais para a saúde da mulher.

A pílula anticoncepcional é um medicamento que contém, basicamente, dois hormônios sintéticos, o estrogênio e a progesterona. A eficácia dela contra a gravidez indesejada é de 98%, desde que o remédio seja tomado diariamente, conforme a receita médica. O método impede a ovulação e altera o muco cervical, tornando-o inóspito aos espermatozoides.  

A mulher que toma pílula passa a ter um ciclo menstrual regular, com menor fluxo sanguíneo (o que ajuda a prevenir a anemia) e menos cólicas menstruais. No entanto, esse contraceptivo, como qualquer medicamento, também causa vários efeitos colaterais, alguns brandos, como uma leve dor de cabeça, outros são mais sérios, como a trombose venosa.

Como a pílula anticoncepcional age?

Ela contém hormônios que impedem a ovulação, ou seja, a mulher que toma esse tipo de medicamento deixa de ter o período fértil (desde que tome o remédio corretamente). Sem ovulação, não há risco de uma gravidez. Sob efeito da pílula, o colo do útero também não dilata, e a composição do muco cervical é alterada, o que dificulta a entrada de espermatozoides.

Tipos de pílula anticoncepcional

Pílula normal: a cartela da pílula normal possui 21 comprimidos. Após o último, é necessário fazer a pausa recomendada pelo fabricante antes de iniciar a nova cartela. Em geral, a pausa é de 7 dias. É importante tomar a pílula diariamente, sempre no mesmo horário, para garantir a eficácia do medicamento. Durante o intervalo entre as cartelas, a mulher pode manter relações sexuais, sem o risco de gravidez, desde que tenha tomado todos os comprimidos da cartela na data certa.

Pílula de uso contínuo: como o próprio nome já diz, deve ser tomada, todos os dias, sem intervalo entre as cartelas. Após o último comprimido, a mulher deve iniciar outra cartela imediatamente. Se fizer um intervalo entre as cartelas, ainda que seja por um dia apenas, existe, sim, o risco de uma gravidez não planejada.

Efeitos da pílula anticoncepcional

Aumento do peso

A pílula pode ter esse efeito colateral, sim. Algumas mulheres engordam, outras ficam com o corpo inchado. A dosagem hormonal pode aumentar o apetite da mulher e provocar a retenção de sódio e potássio no organismo.

Dor de cabeça, náuseas e enjoo

No primeiro mês, a dosagem hormonal da pílula anticoncepcional pode causar esses sintomas, os quais desaparecem à medida que o organismo se adapta à ação do medicamento. Porém, se os sintomas persistirem por mais de 3 meses, o ideal é consultar o médico para trocar a medicação.

Oscilações de humor

É mais comum quando a mulher faz uso de pílulas que contêm altas dosagens de estrogênio e progesterona, o que reduz o nível de serotonina, hormônio que regula o humor, o sono e outras funções. Esse tipo de pílula pode desencadear até uma depressão, mas é raro.

Risco de trombose

Existe o risco de trombose venosa profunda, derrame cerebral e infarto, principalmente em mulheres que levam uma vida sedentária, alimentam-se mal, têm outras doenças, como hipertensão e diabetes, ou são fumantes.

Redução da libido

O efeito do estrogênio, hormônio contido na pílula, pode afetar o desejo sexual da mulher. Isso acontece porque a ação do estrogênio no organismo reduz a taxa de testosterona. Nesse caso, a mulher deverá solicitar ao médico outro tipo de contraceptivo.

Prejudica o bebê

Quando a mulher não toma a pílula regularmente, existe o risco de uma gravidez. Se isso acontecer e a mulher, sem saber que está grávida, continuar tomando a pílula, existe risco para o desenvolvimento do bebê. Portanto, se esquecer de tomar a pílula algumas vezes e tiver relações sexuais sem preservativo, a mulher deve consultar o médico antes de iniciar uma nova cartela.

A indústria farmacêutica comercializa variados tipos de pílula anticoncepcional, mas a mulher só deve usar esse método contraceptivo após fazer uma avaliação médica. Cada organismo reage de uma forma diferente. E sempre é possível trocar a medicação ou escolher outra maneira para evitar a gravidez indesejada.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre esse assunto. Leia outros artigos e conheça mais sobre o meu trabalho como ginecologista em São Paulo.

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8 dicas práticas para controlar os enjoos na gravidez

8 dicas práticas para controlar os enjoos na gravidez

Os enjoos na gravidez atingem mais da metade das mulheres, que precisam conviver com o problema, principalmente nos primeiros momentos da gestação. Em alguns casos, é possível que algumas pacientes percam peso, uma vez que não conseguem ingerir mais certos alimentos.

Porém, com algumas medidas, pode-se combater esse incômodo e ter uma gravidez mais tranquila. Para saber mais sobre o assunto, confira 9 práticas eficazes para minimizar o problema nesse período.

Coma em pequenas quantidades

Uma boa prática para controlar os enjoos na gravidez é se alimentar em poucas quantidades, com intervalo de 3 em 3 horas, o que permitirá que as náuseas diminuam, pois o estômago não ficará vazio.

Não tome líquidos em excesso

É sempre importante ingerir líquidos, principalmente a água, independentemente da gravidez ou não. Mas, nessa ocasião, o ideal é ingerir em pequenas quantidades. Portanto, sempre procure se hidratar ao longo do dia, não somente em determinado momento.

Evite frituras

As gorduras devem ser evitadas até mesmo fora da gravidez, já que são prejudiciais à saúde, pois atuam na formação das placas nos vasos sanguíneos, o que ocasiona a diminuição do tamanho deles, dificultando a passagem do sangue.

Além de que esses alimentos aumentam a pressão arterial, o colesterol e demais complicações. Dessa forma, invista em alimentos que são grelhados, a vapor ou assados.

Escolha uma boa pasta de dentes

Fale com o seu dentista para recomendar uma pasta de dentes que não cause enjoo.

Invista em chás de gengibre

Ao consumir chás, dê preferência para os de gengibre, pois ele atua no sistema nervoso central, que permite a inibição dos efeitos das náuseas. Mas, assim como no caso da água, é preferível que você tome essa bebida em pequenas quantidades ao longo do dia. Portanto, sem excessos!

Consuma biscoito água e sal

Como os enjoos aparecem logo pela manhã, período que ficam mais evidentes devido ao estômago vazio, consuma biscoito água e sal assim que acordar. Como esses alimentos são ricos em carboidratos, ajudam nos sintomas desconfortáveis.

Não deite assim que comer

Quando você realizar uma refeição, espere um tempo para ir até a cama, isso ajuda a evitar que o enjoo apareça.

Evite locais com cheiros intensos

Frequente lugares que possuem um cheiro neutro, sem perfumes fortes, assim como sem alguns produtos de limpeza que podem gerar enjoos.

Com essas práticas, os enjoos na gravidez não serão mais um problema. Mas, se mesmo se você adotar esses hábitos, os sintomas piorarem, não deixe de procurar um médico.

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Aplicativo para controle do ciclo menstrual: vale a pena usar?

Aplicativo para controle do ciclo menstrual: vale a pena usar?

O mercado da tecnologia oferece uma infinidade de aplicativos para celulares e tablets, dentre os quais, os aplicativos para o controle da menstruação. Com esse recurso, a mulher consegue registrar informações relevantes sobre o ciclo menstrual como, por exemplo, o início e o fim da menstruação e o período, teoricamente, mais fértil, além de anormalidades que devem ser relatadas ao médico.

É possível programar alertas para a compra de absorvente, pílula anticoncepcional, a consulta ao ginecologista, as datas mais propícias para tentar engravidar e quando fazer o autoexame para prevenir o câncer de mama e a preparação para o exame papanicolau.

Esses instrumentos possuem inúmeras funcionalidades muito úteis, principalmente para as mulheres que têm uma rotina atribulada no trabalho e na vida pessoal. Além disso, esse tipo de recurso contém muitas informações importantes sobre a saúde feminina.

Com um aplicativo, sem dúvida, fica mais fácil controlar o ciclo menstrual, porém, a mulher não pode esquecer de um detalhe essencial: o funcionamento do organismo está sujeito a alterações devido a outros fatores, como estresse, má alimentação, sedentarismo, tabagismo e doenças.

Isso significa que o ciclo menstrual também pode sofrer alterações. Em outras palavras: mesmo com todas as informações organizadas no aplicativo, existe o risco de uma gravidez quando a mulher não usa algum método contraceptivo.

Aplicativo: controle da fertilidade pode deixar a mulher mais ansiosa

Para a mulher que deseja engravidar naturalmente, esse tipo de tecnologia ajuda no sentido de mantê-la atenta aos períodos férteis. Mas o desejo de ser mãe pode aumentar a ansiedade, o que interfere no processo de ovulação. Ou seja, ao “programar” a vida sexual seguindo os alertas do aplicativo, a mulher corre o risco de ficar mais frustrada, a cada mês, por não conseguir engravidar.

Nesse caso, o mais importante é fazer todos os exames médicos para saber se há outros motivos para a infertilidade. Tanto a mulher como o homem precisam fazer, pelo menos, os exames básicos de fertilidade quando a gravidez está demorando para acontecer.

Risco de uma gravidez indesejada

A mulher que não faz uso regular de um método contraceptivo (pílula, DIU, preservativo, etc.) corre o risco de engravidar, mesmo utilizando um aplicativo para controlar os períodos férteis. O aplicativo não é contraceptivo!

Se você não planeja ter filhos no momento, consulte um médico para saber qual o melhor método para evitar a gravidez. Um aplicativo gera gráficos a partir dos dados recebidos, mas ele não monitora diretamente o funcionamento do ciclo menstrual.

Manter relações sexuais fora das datas marcadas pelo aplicativo, usar, pelo menos, o preservativo é um risco para quem ainda não deseja ser mãe. Mesmo que saiba quais são os dias mais propícios para engravidar, a mulher não deve fazer sexo sem proteção quando estiver fora da “zona de perigo”. O preservativo evita a gravidez e aumenta a proteção contra doenças sexualmente transmissíveis.  

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Papanicolau: como funciona e por que fazer o exame

Papanicolau: como funciona e por que fazer o exame

O Papanicolau é um exame indispensável à saúde da mulher. Possibilita o diagnóstico precoce de câncer de colo do útero e outras lesões causadas pelo vírus HPV. Pesquisas científicas realizadas nos Estados Unidos mostram que esse exame também pode detectar o câncer de ovário e o do endométrio.

Além disso, com esse teste, é possível identificar sinais de doenças sexualmente transmissíveis, como gonorreia, sífilis e clamídia. A partir dos resultados, o médico poderá solicitar exames específicos para diagnosticar essas patologias.   

Como o Papanicolau é feito?

O exame consiste na coleta de secreção do colo do útero. Para isso, é necessário que a paciente deite-se sobre a maca, em posição ginecológica. O profissional responsável pelo exame introduz um espéculo na vagina, até alcançar o colo do útero. É por isso que o Papanicolau também é denominado como esfregaço cervicovaginal.

O exame é rápido e indolor (quando não há lesões nem inflamações). Causa apenas um pequeno desconforto no momento em que o profissional introduz o espéculo para coletar a secreção do colo do útero.

Quando fazer o Papanicolau?

Deve ser feito, anualmente, desde o início da vida sexual. O vírus HPV, que pode causar o câncer de colo de útero, é transmitido à mulher durante a relação sexual. Mesmo com o uso de preservativo (feminino ou masculino), a paciente deve fazer o teste a cada 12 meses, para detectar anormalidades no colo do útero.

É importante saber que a virgindade não impede a realização do Papanicolau. Se for realmente necessário realizá-lo, o médico utilizará um instrumento específico, que não causa a ruptura do hímen. A gestante também pode fazer o exame, porém o ideal é que seja realizado no consultório do médico obstetra.  

Preparativos para o exame Papanicolau

Nos 3 dias que antecedem o exame, a mulher não poderá:

  • Estar menstruada
  • Ter relações sexuais, com ou sem preservativo
  • Fazer exames de toque, ultrassom transvaginal, ressonância magnética pélvica
  • Introduzir cremes, óvulos, lubrificantes na vagina
  • Fazer lavagem vaginal

Quais os resultados do Papanicolau?

  • Tipo 1:  não há anormalidades no colo do útero
  • Tipo 2: processo inflamatório, comum em mulheres sexualmente ativas, tratado com medicamentos
  • Tipo 3: células do colo do útero alteradas, o que exige uma investigação mais detalhada; o tratamento, na maioria dos casos, é feito com medicação oral e vaginal (pomada ou óvulo)
  • Tipo 4:  fortes indícios de câncer de colo de útero; paciente será submetida a outros exames para confirmar o desenvolvimento de tumor maligno
  • Tipo 5: câncer no colo do útero; o tratamento é cirúrgico, para a retirada do colo do útero ou a histerectomia total

O exame Papanicolau pode ser feito no próprio consultório médico, pelo menos 1 vez ao ano, além de outros exames importantes, como a mamografia. Usar o preservativo em todas as relações sexuais é essencial para prevenir doenças sexualmente transmissíveis como HPV, aids e sífilis.

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11 mitos e verdades sobre a gravidez

11 mitos e verdades sobre a gravidez

Por mais natural que seja, a gestação sempre traz à tona algumas dúvidas, mesmo quando a mulher já passou pela experiência da maternidade. Quantos mitos e verdades giram em torno desse momento, não é mesmo? A grávida precisa comer por dois? Sexo na gravidez faz mal ao bebê? O formato da barriga revela o sexo da criança?

Conheça 11 mitos e verdades sobre a gravidez

Teste de gravidez é infalível

Mito. Embora a maior parte dos testes comercializados em farmácias e drogarias apresente alto nível de eficácia, a mulher deve consultar o médico ginecologista e fazer o exame de sangue para ter certeza que está grávida. Para fazer o teste de farmácia, a mulher utiliza a urina, porém um hormônio típico da gestação é encontrado no exame de sangue, 7 ou 10 dias após a fecundação.

Formato da barriga indica o sexo do bebê

Mito. Existe uma crença popular de que a barriga redonda indica um bebê do sexo masculino e barriga pontuda, uma menina. Não existe comprovação científica sobre a relação entre a forma da barriga da mãe e o sexo do bebê.

Grávida tem mais enjoo quando não se alimenta regularmente

Verdade. Quando o estômago está vazio, o nível de acidez aumenta, piorando sintomas como azia e enjoos. Além disso, quando a gestante não se alimenta nas horas certas, o nível de glicemia pode abaixar muito, o que é prejudicial tanto para a mãe (tontura, fraqueza, calafrio) como para o bebê. Existe, inclusive, o risco de diabetes gestacional quando a mulher sofre crises frequentes de hipoglicemia.

Náusea é um sintoma comum a mulheres grávidas

Mito. Náuseas e vômitos podem ocorrer nos primeiros 3 meses de gestação para algumas mulheres. Muitas grávidas chegam ao 9º mês sem qualquer reação atípica do organismo. Quando o enjoo permanece por mais de 3 meses, é importante fazer exames para saber se não há outros problemas no aparelho digestivo.

Grávida tem que comer por 2

Mito. A gestante deve fazer uma alimentação saudável, com bastante cuidado para não ganhar peso acima do necessário. Tudo que a mãe e o bebê precisam é de nutrientes básicos para chegarem ao parto com a saúde em dia.

O paladar e o olfato ficam mais sensíveis

Verdade. Isso acontece devido à ação de hormônios. Por isso, a mulher pode sentir aversão por determinados alimentos e fragrâncias de que gostava muito antes de ficar grávida. Temperos fortes e frutas cítricas, como laranja e limão, ajudam a conter as náuseas.

Sangramento nas gengivas é normal

Verdade. O aumento no nível do hormônio progesterona no organismo da grávida sensibiliza as gengivas. Por isso, ao escovar os dentes, pode haver sangramento gengival. Escovas de cerdas macias e uma escovação mais suave minimizam o problema, mas é recomendável consultar o dentista para avaliar a saúde bucal.

Problemas na visão são comuns

Verdade. O efeito dos hormônios pode aumentar a sensibilidade dos olhos à luz, reduzir a acuidade visual, aumentar o grau, deixar os olhos mais secos, causar inchaço das pálpebras e incômodo no uso de lentes de contato. Após o parto, esses sintomas costumam desaparecer espontaneamente, mas é sempre recomendável fazer uma consulta ao oftalmologista, durante e após a gravidez.

Grávidas devem evitar dormir sobre o lado esquerdo do corpo

Verdade. Essa recomendação é para evitar a pressão sobre a veia cava, o que pode levar a aumento de pressão e mal-estar. Por isso, a gestante, mesmo que não seja hipertensa, deve deitar-se sobre o lado esquerdo do corpo.

A grávida não pode fazer sexo

Mito. A gestação só impede as relações sexuais quando a mulher apresenta algum problema de saúde. Uma gestante totalmente saudável poderá, se assim desejar, fazer sexo. Os hormônios dessa condição, aliás, aumentam a libido da mulher. A penetração não afeta o bebê.

Comidas apimentadas podem causar aborto ou malformação do bebê

Mito. Pimenta não causa esse tipo de efeito. Porém, durante a gestação, é sempre melhor fazer uma alimentação saudável, rica em legumes, verduras, frutas e grãos integrais. Comidas muito condimentadas, gordura e fritura não são indicadas para o cardápio da gestante.

Esses são apenas alguns exemplos de mitos e verdades sobre a gravidez. O mais importante é fazer o pré-natal e seguir orientações médicas para chegar ao parto esbanjando saúde.

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Candidíase vaginal: como evitar a doença

Candidíase vaginal: como evitar a doença

Candidíase é uma infecção causada por fungos como o Candida Albicans, que é o principal  agente dessa doença. Ele está presente no corpo humano, porém, em algumas condições, prolifera acima do normal, causando infecções no sangue, em órgãos genitais, boca, garganta e pele. O calor e a umidade do corpo favorecem o desenvolvimento do fungo, mas é possível prevenir essa doença adotando-se medidas simples.

Tipos de candidíase

  1. Candidíase vaginal: infecção vulvovaginal decorrente do desequilíbrio da flora da vagina e do sistema imunológico da mulher. Como é uma área naturalmente úmida, qualquer alteração das defesas da vagina abre espaço para a proliferação desse problema, que causa muita coceira, vermelhidão e lesões. O tratamento é feito com medicação oral (exceto para gestantes) e pomada.
  2. Candidíase peniana: é rara, mas pode surgir devido à falta de higiene, à umidade e a problemas de saúde, como diabetes e baixa das defesas do organismo. Por isso, na hora do sexo, use preservativo!
  3. Candidíase oral: desenvolve-se na boca e na garganta; afeta crianças e adultos. Em idosos, pacientes com câncer e aids, a candidíase oral pode evoluir de tal forma que causa a esofagite (infecção do esôfago). Ao notar sinais de candidíase, evite o contato íntimo (beijo e sexo oral) e não compartilhe talheres e copos.
  4. Candidíase de pele: Intertrigo candidiásico é outra denominação desse tipo de Candida. O fungo, associado a bactérias, gera essa infecção, principalmente, em dobras do corpo, onde há mais calor e umidade, como a virilha, axilas, nádegas, barriga, mamas, entre os dedos, pescoço e entre as coxas. Portanto, não compartilhe roupas e toalhas.
  5. Candidíase invasiva: é uma forma grave, disseminada na corrente sanguínea. Por isso, pode afetar os rins, baço, olhos, válvulas do coração e até o cérebro. Se não for tratada a tempo, pode evoluir para a candidemia, que deve ser tratada em ambiente hospitalar.

Saiba como prevenir a candidíase vaginal

Use roupas íntimas de algodão, pois as fibras naturais facilitam a transpiração dos órgãos genitais. As demais peças do vestuário também devem ser frescas e confortáveis. Evite tecidos sintéticos e roupas justas.

Ao sair da praia ou da piscina para ir a outros locais, troque os trajes de banho molhados por peças secas. A umidade excessiva favorece a proliferação de fungos, principalmente na vagina.

Preste atenção à balneabilidade da água do mar ou da piscina. Praias poluídas e piscinas sem tratamento são locais que favorecem a transmissão de várias doenças hídricas. Com isso, o corpo fica suscetível também à candidíase vaginal.

Não compartilhe toalhas de banho, objetos de uso pessoal, copos, talheres, dentre outros utensílios, com pessoas estranhas ou alguém que esteja doente.

Não se sente na areia da praia ou no piso ao redor da piscina. Use esteira, canga ou cadeira para evitar o contato com superfícies contaminadas por fungos e bactérias.

Exclua do cardápio alimentos ricos em açúcar e gordura, pois essas substâncias “alimentam” os fungos, ou seja, ajudam a aumentar a população desses micro-organismos que já vivem no corpo.

Inclua o iogurte probiótico na refeição matinal ou no lanche, para melhorar a flora vaginal. Esses lactobacilos ajudam a fortalecer a defesa natural da vagina.

Cuide bem da higiene pessoal. Após o banho, é importante secar bem o corpo, usar roupas limpas e secas.

Depois de lavar as roupas íntimas e os trajes de banho, coloque-os para se secarem em local arejado. Não deixe as peças se secando no banheiro. Se o tecido suportar o ferro quente, passe essas roupas para aumentar a proteção.

Ao notar sintomas como coceira, vermelhidão, manchas, corrimento e lesões, marque uma consulta médica o quanto antes. O diagnóstico precoce é essencial para se evitar a progressão da candidíase vaginal e de outras doenças. Use sempre o preservativo em todas as relações sexuais!

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Câncer ginecológico tem cura?

Câncer ginecológico tem cura?

O câncer ginecológico pode ser prevenido ou diagnosticado precocemente quando a mulher faz consultas médicas, no mínimo, 1 vez ao ano. O exame papanicolau, por exemplo, permite ao médico avaliar anormalidades do muco cervical, como as lesões causadas pelo vírus HPV, responsável pela maioria dos casos de câncer de colo de útero. O diagnóstico precoce aumenta a chance de cura.

Tipos de câncer ginecológico

Câncer do endométrio

O endométrio é o tecido que reveste as paredes do útero. A cada ciclo menstrual, a espessura do endométrio aumenta, esperando que ocorra a fecundação do óvulo. Quando isso não acontece, esse tecido é eliminado como sangue menstrual. Não há um exame específico que possibilite a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer de endométrio. Por isso, a mulher deve ficar atenta aos sangramentos irregulares, ou seja, fora do período menstrual ou depois do sexo. Corrimento escuro, rosado e muito líquido também são sintomas que merecem atenção e exame médico rápido. O sangramento após a menopausa é outro sinal que deve ser diagnosticado o quanto antes. A boa notícia é que o câncer de endométrio tem elevada chance de cura.

Câncer de ovário

Esse tipo de câncer ginecológico é mais frequente em mulheres com mais de 50 anos. Os sintomas do câncer de ovário são dores abdominais, alterações no funcionamento do intestino, perda de apetite, sensação de inchaço no abdômen. Como são sinais comuns a outras doenças menos graves, costumam ser ignorados na fase inicial, atrasando o diagnóstico de câncer de ovário. Por isso, a consulta ginecológica é indispensável quando esses sintomas surgem. O diagnóstico precoce aumenta a chance de cura.

Câncer de colo de útero

Essa doença pode ser prevenida com a realização do exame papanicolau, que detecta alterações no muco cervical. Grande parte dos casos origina-se a partir de lesões causadas pelo vírus HPV, transmitido nas relações sexuais. O papanicolau é um exame simples, que pode ser feito no próprio consultório médico. Apesar dessa facilidade, a maioria das mulheres ainda não faz o papanicolau anualmente. Resultado: o diagnóstico do câncer de colo de útero acontece quando a doença está avançada. A mulher deve ficar atenta a sangramentos e corrimentos anormais, que podem sinalizar algum problema no aparelho reprodutor. O ideal é fazer a consulta ginecológica, no mínimo, 1 vez ao ano.

Tratamento do câncer ginecológico

O tratamento do câncer ginecológico é cirúrgico na maioria dos casos. A histerectomia parcial ou total (retirada do colo do útero e/ou útero) é um dos procedimentos para se tratar o câncer do endométrio ou o câncer de colo de útero.

Porém, o plano de tratamento depende do estágio do tumor. Quimioterapia e radioterapia são indicadas para  reduzir o tamanho do tumor antes da cirurgia. Os mesmos procedimentos podem ser realizados após a intervenção cirúrgica, para eliminar células cancerígenas que tenham migrado para outras partes do corpo.

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Primeira consulta ao ginecologista: quando levar a sua filha?

Primeira consulta ao ginecologista: quando levar a sua filha?

A consulta ginecológica deve fazer parte da vida da mulher, desde o início da puberdade. Cabe aos pais ou responsáveis, explicar a importância desses exames, agendar e acompanhar a filha na primeira consulta ao ginecologista.

Atualmente, as adolescentes podem obter muitas informações por meio da internet, da escola e de conversas com as amigas. As mulheres da família também são fontes de informações para as jovens. Porém, o acompanhamento médico é essencial para a saúde da mulher.

É na consulta ginecológica que a paciente será orientada corretamente sobre o ciclo menstrual, as transformações do corpo, a sexualidade, a prevenção a doenças sexualmente transmissíveis e a gravidez indesejada.

A visita regular ao ginecologista, desde a primeira menstruação, cria um hábito saudável, ou seja, ao longo da vida, os exames ginecológicos preventivos farão parte da rotina. Além disso, a mulher ficará mais atenta aos sintomas que possam indicar alguma doença ginecológica.

Mas não é necessário aguardar a primeira menstruação para fazer a primeira consulta ao ginecologista. Quando o corpo da menina começa a mudar – crescimento dos seios e pelos pubianos –, é possível fazer essa primeira visita, para o médico avaliar se o desenvolvimento da paciente é saudável. Da mesma forma, se a primeira menstruação demorar a ocorrer, é importante buscar ajuda médica para saber se há algum problema de saúde.

Como é a primeira consulta ao ginecologista?

Não é um “bicho de 7 cabeças”. É normal sentir um pouco de ansiedade, mas é importante que a paciente sinta-se à vontade para fazer perguntas e responder aos questionamentos do médico.

É um momento para entender a importância desse acompanhamento ao longo da vida e receber orientações gerais para preservar a saúde. Para ficar mais tranquila, a jovem pode fazer uma listinha com as dúvidas que tiver.

O exame físico, na primeira consulta ao ginecologista, é realizado se a paciente sentir que está preparada para isso. Caso contrário, esse exame pode ocorrer na próxima consulta. O médico examina os seios, a área externa da vagina e o abdômen. Caso a paciente já tenha iniciado a vida sexual, o profissional poderá, inclusive, fazer o exame Papanicolau, importante para prevenir o câncer de colo de útero. Tudo depende da necessidade e da concordância da pessoa atendida.

A paciente precisa ter um acompanhante? Não. Mas, se for menor de idade, claro: ela precisa ir ao consultório acompanhada da pessoa responsável. Em geral, são as mães que levam as filhas à primeira consulta ao ginecologista. Mas a paciente pode decidir entrar no consultório sozinha, para ficar mais à vontade ao expor as dúvidas. Nesse caso, a mãe ou a pessoa que está acompanhando a jovem precisa compreender a situação.

O mais importante é que a consulta ginecológica seja entendida pela paciente como uma necessidade permanente, antes e durante a vida sexual, durante a gravidez, na menopausa e pós-menopausa.

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Trabalho de parto: tudo o que você precisa saber sobre contrações

Trabalho de parto: tudo o que você precisa saber sobre contrações

A pelve está em processo de abertura, o fundo da barriga enrijece e, junto com essa sensação, a gestante pode ter dor irradiada para a lombar, pontadas na vagina e desconfortos na parte interna da coxa e nos ossos do púbis. Essas são algumas respostas do organismo para as mudanças que acontecem no colo uterino quando a mulher entra em trabalho de parto.

O bebê está prestes a chegar mas, antes disso, o corpo se prepara para o nascimento do pequeno através de estímulos hormonais e estiramento muscular, gerando movimentos intensos e involuntários. São as famosas e quase sempre temidas contrações. Continue lendo o texto e descubra tudo que você precisa saber sobre elas!

O que são contrações?

De maneira resumida, contração é uma sensação forte de aperto e relaxamento dos músculos uterinos. A barriga endurece repentinamente e volta à condição normal em pouco tempo. A principal função das contrações é dilatar o colo do útero, bem como “empurrar” o bebê pelo canal de parto.

As contrações acontecem somente no trabalho de parto?

Antes mesmo do início trabalho de parto, o corpo da gestante pode começar a ensaiar naturalmente para o grande momento. Entre o segundo e terceiro trimestre de gravidez, a mulher pode ter as chamadas contrações de Braxton Hicks ou de treinamento. Essas contrações são indolores, não apresentam regularidade e duram de 15 a 30 segundos, diferentemente das contrações dolorosas, longas e ritmadas que são típicas dos trabalhos de parto.

Qual é a principal característica das contrações reais?

A característica principal das contrações de trabalho de parto é o ritmo. Ele vai indicar que a grande hora está se aproximando! Quando a gestante passa por aproximadamente 3 contrações que duram de 40 segundos a 1 minuto, o episódio se repete a cada 10 minutos e o ritmo é mantido por um período de 2 horas, esse é um claro sinal de que a mulher está iniciando o trabalho de parto ativo.

Quando ir para o hospital?

Se as contrações estiverem frequentes, ritmadas e intensas, especialmente a partir das 34 semanas, a gestante deve entrar em contato com o obstetra ou seguir diretamente para o hospital. É recomendável que a grávida vá para a maternidade quando as contrações acontecerem de 5 em 5 minutos e durarem 1 minuto cada.

Redobre a atenção caso as contrações venham acompanhadas de corrimento avermelhado ou rosado. Não hesite em procurar ajuda médica! Se for necessário, o especialista poderá indicar o repouso e prescrever medicação com magnésio para impedir que contrações provoquem o trabalho de parto prematuro.

Como evoluem as contrações?

A fase ativa do parto dura entre 3 e 5 horas. Nesse período, a dilatação vai de 3 a 7 cm e as contrações duram de 40 a 60 segundos, com intervalos pequenos de 3 a 5 minutos entre cada uma delas.

Depois dessa etapa, vem a fase de transição do parto, que dura de 30 minutos a 2 horas. No decorrer da transição, a dilatação progride dos 7 para os 10 cm e as contrações podem durar de 60 a 90 segundos, com intervalos breves de 30 segundos a 2 minutos. É nesse momento que as contrações ficam mais longas, intensas e dolorosas, levando a grávida a fazer força para “empurrar” o bebê.

Como aliviar a dor e desconforto provocados pelas contrações?

Existem várias medidas para amenizar a dor e o desconforto causados pelas contrações, incluindo medicação, massagens, mudança de posição, musicoterapia para minimizar a percepção da dor, caminhada durante o trabalho de parto, hidratação, acupuntura, técnicas de respiração e banho com água morna nas costas e barriga para relaxar os músculos pélvicos.

Depois da leitura, ficou mais fácil identificar que o momento do parto está chegando? Quer saber mais sobre contrações? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como ginecologista em São Paulo!

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Cuidados que toda mulher deve ter na relação sexual

Cuidados que toda mulher deve ter na relação sexual

Apesar de ser um momento prazeroso e relaxante, que beneficia a mulher, a relação sexual exige certos cuidados. Isso porque ela pode fragilizar a região íntima, que fica mais suscetível às bactérias, fungos e alergias.

É essencial saber se cuidar antes, durante e depois do sexo, para garantir proteção para o organismo e a saúde de um modo geral. Por isso, continue lendo e veja quais são os cuidados essenciais que toda mulher precisa ter para manter os problemas bem longe.

Antes da relação sexual

Os cuidados que a mulher deve ter com sua saúde começam antes da relação sexual. É fundamental manter os exames de rotina sempre em dia, bons hábitos de higiene e também usar apenas roupas e produtos que não agridam a região íntima.

Essas medidas vão garantir uma pele saudável e o pH ideal da região vaginal, o que fará com que essa área mantenha-se com uma boa imunidade e possa realizar a proteção natural contra agentes infecciosos e alergênicos.

Durante a relação sexual

Nesse momento, é essencial estar protegida, tanto de doenças sexualmente transmissíveis como da gravidez não planejada. Além dos métodos contraceptivos, a mulher precisa estar atenta ao local onde a relação acontecerá, que precisa ser limpo e livre de agentes nocivos para sua saúde.

Também é importante a higiene do parceiro, ainda que tudo flua de forma natural, para que o sexo seja agradável e confortável. Isso vai evitar ferimentos na região íntima que poderiam ser uma porta aberta para problemas.

Depois da relação sexual

Depois que o sexo termina, é essencial que a mulher tenha atenção à forma como realiza sua higiene. Alguns hábitos são comuns, porém, nocivos. Eles podem acarretar alergias e a proliferação de micro-organismos.

Vale lembrar que esses problemas não são prevenidos pelo uso de contraceptivos e nem do preservativo. Isso porque eles afetam a região íntima em função dos erros cometidos após o sexo. Por isso, é preciso saber como se cuidar. Veja o que é ou não recomendado após a relação sexual:

  1. Urinar após o sexo

O contato entre os genitais pode fazer com que bactérias se instalem no corpo da mulher. A melhor forma de evitar que elas cheguem até o trato urinário e provoquem uma infecção é fazendo xixi após a relação sexual. Isso pode acontecer dentro da primeira hora após o sexo, então, não se preocupe em levantar correndo para ir ao banheiro.

  1. Higienizar a região apenas com água

O ato sexual gera atrito, que pode causar pequenas rupturas na pele da vagina. Isso faz com que ela fique suscetível às alergias, sendo indicado evitar produtos que possam potencializar esse risco.

O recomendado é lavar a área apenas com água morna, porque as substâncias presentes na fórmula dos sabonetes, tanto os corporais como aqueles para a região íntima, podem causar reações indesejáveis.

  1. Evitar os lenços umedecidos

Assim como os sabonetes, os lenços umedecidos podem provocar alergias após a relação sexual, embora sejam práticos. Os perfumes, óleos e o álcool da composição são agressivos para a pele, nesse momento fragilizada.

  1. Preferir roupas íntimas mais confortáveis

Colocar de novo a lingerie que estava usando antes do sexo é outro hábito a ser evitado. Prefira não usar peças apertadas e dê preferência para uma limpa e de algodão. Isso impedirá o abafamento da região e a proliferação de fungos ou bactérias.

  1. Evitar banhos de imersão

Depois do sexo também não é recomendado tomar banhos de imersão, porque a região íntima estará mais exposta, mais sensível e estimulada. Isso tudo, somado ao calor da água em contato constante com a região, faz com que as bactérias se instalem mais facilmente.

Assim, depois da relação sexual, é fundamental higienizar a região íntima com cuidado e deixá-la descansar e respirar. E com esses cuidados, aliados àqueles antes e durante o sexo, você manterá sua saúde e esse momento será sempre um prazer.

A região vaginal exige cuidados, mas os seios não podem ser esquecidos, pois são sensíveis também. Por isso, veja neste artigo como cuidar bem deles para prevenir o câncer de mama.

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